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Os jardins contemporâneos e as cores


 
O design de jardim está cada vez mais conceptual, em que todo o processo de criação e projecto é tão valorizado como o resultado final. Principalmente nos jardins privados o que se consegue alcançar não é somente um jardim, mas para o cliente algo mais significativo, com um história ou uma ligação mais profunda, e a cor é um elemento essencial para um design de sucesso.
RHS Chelsea Flower 2011
Os conceitos nos jardins são reforçados com o uso da cor, o quente, o frio, a sensação de profundidade, o infinito, calmo ou mais agitado, todos têm uma tradução ao nível da cor que escolhe.. Mas este uso da cor não é usado somente com as flores, aliás a tendências tem sido cada vez mais monocromática nas seleções de espécies que se colocam no jardim. A cor é antes utilizada na própria construção, e neste último ano, temos constatado cada vez mais ser o mobiliário que traz a cor aos espaços exteriores.
Colecção Bistro da Fermob
As cores provocam sensações, a maneira como refletem a luz pode ter várias leituras também dependendo da própria pessoa, pois esta é influenciada por experiências de vida, memórias e o próprio contexto onde a cor se insere.
Chaumont-sur-Loire 2010
O elemento cor está implícito, desde as primeiras ideias para o jardim, durante todo o projecto, as conjugações das cores dos materiais, plantas e estruturas influenciam as escolhas. As plantações normalmente têm algum tipo de repetição padronizado e a cor é usada para fazer a conjugação dos elementos vegetais. A repetição cria unidade no design, esta pode ser trabalhada mais intrinsecamente, mas o trabalho final resulta num espaço com uma ligação bem definida e o uso da cor em conjugação com as formas e texturas ajudam a alcançar este objectivo.
RHS Chelsea Flower 2011
Quase todos os tipos de jardins têm já uma palete de cores associada, principalmente aos tipos de plantas utilizadas, como é o caso dos jardins mediterrâneos onde se destacam os verdes-azulados e cinzentos.
Com a cor e o constraste consegue-se alcançar espaços mais dramáticos, ideais para pontos focais de um jardim ou para destacar a estrutura de uma planta, por exemplo a colocação desta com uma cor contrastante em segundo plano fará com que esta sobressaia imediatamente.
Steve Martino
Um dos mestres na utilização de cor é o arquitecto paisagista Norte Americano Steve Martino, as cores quentes do Nevada e da Califórnia inspiram e estão sempre presentes nos seus trabalhos, como um tipo de design muito característico e muito próprio. A cor é utilizada para ligar o jardim ao seu contexto natural, a paisagem inspira e dá o mote para as cores que são usadas no jardim.
Festival Ponte de Lima:Jardim Paraíso - Um Lugar Utópico ou Não
A cor deve ser utilizada mais dramaticamente nos jardins Portugueses, em geral continua-se a ser bastante conservador mas está na altura de expandir o design de jardins em Portugal e explorar novas ideias, e porque não começar com a cor, é só preciso criatividade.

Simbologia das cores

Estas definições e comportamentos variam muito de pessoas para pessoa, esta simbologia é uma generalização de como as cores podem ser percecionadas:
  • Vermelho significa motivação, atrai coisas novas e incentiva o recomeço. É ainda o espírito do pioneirismo e a persistência, bem como a prosperidade e a gratidão.
  • Amarelo é concentração, disciplina, comunicação, ativa o intelecto. Está associado a positividade e a boa sorte;
  • Laranja cor viva que geralmente é associada á euforia, a uma disposição enérgica e muito usada para chamar a atenção. Estudos indicam que utilizando a cor laranja num ambiente dum recinto pode deixar as pessoas que aí se encontram eufóricas.
  • Verde é esperança, abundância, cura. Estimula momentos de paz e equilíbrio. A cor mais comum num jardim.
  • Azul é uma cor harmoniosa, positiva, serena. A produção de pigmentos artificiais de azul tem sido um desafio constante na história da humanidade: pela dificuldade em encontrar esses pigmentos, o azul foi em momentos diversos considerado uma cor destinada a temas nobres.
  • Lilás é a cor que tem mais influência em emoções e humores. Também está ligada á intuição e espiritualidade, uma junção particular entre as cores azul e vermelho, está presente em muitas flores.
  • Branco definida como “a cor da luz”, reflete todos os raios luminosos, não absorvendo nenhum e por isso aparecendo como clareza máxima. Produz a sensação de limpeza e claridade, além de frieza e esterilidade;
  • Preto definida como “a ausência de luz”, absorve todos os raios luminosos, não refletindo nenhum e por isso aparecendo como desprovida de clareza.
RHS Chelsea Flower 2013
RHS Chelsea Flower 2013

Vila de Odiáxere vai ter apenas meia variante



«A freguesia está de luto. Faleceu um sonho nosso, o sonho da população de Odiáxere. Lamentamos que [a variante] não tenha sido contemplada. Nós não vamos desarmar, vamos lutar por isso».
Foram estas as palavras de Luís Bandarra, presidente da Junta de Freguesia de Odiáxere, no final da apresentação da requalificação da EN 125, na passada semana.

O Secretário de Estado das Obras Públicas, numa sessão nos Paços dos Concelho de Lagos, em 20/03/2008, fez a apresentação do programa de requalificação da EN 125. A estrada receberá melhoramentos em toda a sua extensão, desde Vila do Bispo até Vila Real de S. António, num investimento de 150 milhões de euros. Um dos objectivos da obra é a redução da sinistralidade, a par das melhorias nas acessibilidades às diversas localidades.

Em Lagos, a requalificação abrange 20 Km e inclui a construção da variante de Lagos e a ligação à EM 577 (Meia-Praia). O tratamento urbano na travessia de Odiáxere, a implementação de vias de serviço em um Km na zona do Chinicato e a construção de seis novas rotundas (Almádena, Espiche Poente, Espiche Nascente, Praia da Luz, Chinicato e Odiáxere).

A variante completa de Odiáxere aguarda o estudo do impacto ambiental, referente ao trajecto que integra a Rede Natura. Uma parte da variante de Odiáxere integrará as novas acessibilidades à Meia-Praia e avançará nesta fase. Em relação à restante parte da variante, Júlio Barroso garantiu que se o Governo por uma qualquer remota razão não completar a circular, a Câmara Municipal tudo fará para construir a outra parte da variante.

Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas, explicou que a não inclusão desta variante no projecto deveu-se à complexidade do processo, uma vez que tem várias condicionantes, nomeadamente a Rede Natura. Dado que o lema da concessão Algarve Litoral é «salvar vidas», o Governo optou por seguir com a requalificação.No entanto, Paulo Campos garantiu que o Governo vai «continuar a trabalhar para que a variante de Odiáxere possa ser uma realidade».O presidente da Câmara de Lagos Júlio Barroso sublinhou ao «barlavento» que, embora Odiáxere não tenha a sua variante completa, o esforço da população conseguiu «aquilo que se pode chamar uma lança em África, que não estava tão pouco prevista, que é a meia variante, um troço que fará a ligação entre a Torre e a estrada municipal 537».Júlio Barroso garantiu, porém, que não vai dar tréguas ao poder central e que, se por «qualquer razão, deste mundo ou do outro, não completar a circular, fica a minha palavra de que a Câmara tudo fará para encontrar mecanismos para ser ela própria a fazer a outra meia variante». A construção da variante Sul de Odiáxere é uma pretensão antiga da população, uma vez que permitiria não só afastar o trânsito do centro da vila, como fazer a relação com as grandes vias de acessibilidades, como a Via do Infante e a EN125, e com a Meia-Praia. Paulo Campos esteve, na passada semana, apenas três dias depois da visita de José Sócrates ao Algarve para apresentar a requalificação da EN125, em cinco concelhos algarvios para anunciar os pormenores da concessão Algarve Litoral, que irá requalificar, de forma integrada, esta estrada nacional, de Vila Real de Santo António a Vila do Bispo, num investimento de 150 milhões de euros.




(comentarios)


Megafone ,na sejas silly ,Megafone


A partir de agora podemos aterrar terrenos nas varzeas desde que seja pelo gordinho denguoso uma vez que ele vem,llá de Portimão onde paga tudo e vem aqui fazer as borradinhas .


Estaleiros de construçom tb são bem recebidos deixaremos de ter os cansadinhos atrás do ppl apenas vamos colocar novo betuminoso para eles virem das freguesias dos lados para cá .


Como a terra é boa qualidade e barrenta com aprovação pelos Lobbys locais deixe colocar á vontade que depois compensa cá a familia do lado cá e ainda sobra para o lado de lá.


Residuos verdes é colocar na senhora do verde dos trabalhos publicos saem do alvor directos aliás deve ser algum terreno de algum foncionário camarário que recebe o decimo da Avença que é cozinhada entre amigos e bastidores há largos anos .