Investimento em Portugal regista decréscimo de 49%
Durante o primeiro semestre deste ano foram investidos em Portugal um total de € 143 milhões, traduzido em mais de 20 transacções, na sua totalidade de origem nacional. Segundo a última análise de mercado da Aguirre Newman, este valor contrasta com o montante de € 282 milhões investidos em Portugal no 1º semestre de 2008, representando um decréscimo de cerca de 49%. Dos negócios realizados destaca-se a aquisição do Hotel Lapa Palace (5* e 109 quartos) pela Olissippo Hotels. Portugal seguiu a tendência europeia, ao registar menos volume de investimento e simultaneamente valores mais reduzidos. A Aguirre Newman cita a publicação Property EU, que revela que o investimento imobiliário realizado na Europa em 2008 caiu para 138 €BN, representando uma queda de 52% face a 2007. Factores como a restrição ao financiamento bancário, a escassez de liquidez da maior parte dos fundos de investimento nacionais e internacionais e o desajustamento de preços à realidade actual, são factores que justificaram e continuarão a justificar a performance do mercado de investimento em 2009. Relativamente ao sector dos escritórios a absorção no primeiro semestre do ano de 2009 evidencia uma quebra tanto a nível dos m² colocados como no número e áreas médias das transacções, reflectindo o clima económico que se vive actualmente em todos os sectores. Em termos de oferta nos primeiros dois trimestres do ano em curso foram concluídos 6 edifícios de escritórios na CBD, Zona Emergente, Zona Secundária, Parque das Nações e Corredor Oeste, com uma oferta nova de 68.100 m². Na indústria a diminuição nos volumes de absorção, o fraco dinamismo no lançamento de novos projectos e o decréscimo dos volumes investidos, são alguns dos efeitos potenciados pela actual crise nacional e internacional. No Retalho (Comércio de Rua) verificou-se no início deste ano um abrandamento do comércio de rua devido ao actual clima de recessão generalizada. No entanto, é de referir que a crescente saturação de outros formatos como os centros comerciais e a necessidade de os retalhistas encontrarem outras soluções tinha vindo a imprimir uma dinâmica maior ao comércio de rua
Durante o primeiro semestre deste ano foram investidos em Portugal um total de € 143 milhões, traduzido em mais de 20 transacções, na sua totalidade de origem nacional. Segundo a última análise de mercado da Aguirre Newman, este valor contrasta com o montante de € 282 milhões investidos em Portugal no 1º semestre de 2008, representando um decréscimo de cerca de 49%. Dos negócios realizados destaca-se a aquisição do Hotel Lapa Palace (5* e 109 quartos) pela Olissippo Hotels. Portugal seguiu a tendência europeia, ao registar menos volume de investimento e simultaneamente valores mais reduzidos. A Aguirre Newman cita a publicação Property EU, que revela que o investimento imobiliário realizado na Europa em 2008 caiu para 138 €BN, representando uma queda de 52% face a 2007. Factores como a restrição ao financiamento bancário, a escassez de liquidez da maior parte dos fundos de investimento nacionais e internacionais e o desajustamento de preços à realidade actual, são factores que justificaram e continuarão a justificar a performance do mercado de investimento em 2009. Relativamente ao sector dos escritórios a absorção no primeiro semestre do ano de 2009 evidencia uma quebra tanto a nível dos m² colocados como no número e áreas médias das transacções, reflectindo o clima económico que se vive actualmente em todos os sectores. Em termos de oferta nos primeiros dois trimestres do ano em curso foram concluídos 6 edifícios de escritórios na CBD, Zona Emergente, Zona Secundária, Parque das Nações e Corredor Oeste, com uma oferta nova de 68.100 m². Na indústria a diminuição nos volumes de absorção, o fraco dinamismo no lançamento de novos projectos e o decréscimo dos volumes investidos, são alguns dos efeitos potenciados pela actual crise nacional e internacional. No Retalho (Comércio de Rua) verificou-se no início deste ano um abrandamento do comércio de rua devido ao actual clima de recessão generalizada. No entanto, é de referir que a crescente saturação de outros formatos como os centros comerciais e a necessidade de os retalhistas encontrarem outras soluções tinha vindo a imprimir uma dinâmica maior ao comércio de rua