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Construção ,Desenho ,manutenção de áreas verdes - Trabalho de remodelação de Vias publicas do Amendoeira golfe 2025 a 2026
Jardim sensorial: o que é e quais os seus benefícios ao bem-estar
Criar um espaço verde vai muito além da escolha das espécies e da composição visual. Nos últimos anos, o jardim sensorial tem se destacado como uma proposta que valoriza a experiência completa de quem habita ou visita o ambiente. Em vez de focar apenas na estética, esse tipo de projeto considera também os sentidos do tato, olfato, visão, audição e paladar como elementos centrais da criação paisagística.
Mais do que uma tendência, o jardim sensorial é uma resposta às novas demandas por bem-estar, presença e conexão com a natureza no cotidiano. Seja em casas, escolas, clínicas ou espaços públicos, ele estimula a interação afetiva com o ambiente natural – proporcionando momentos de contemplação, relaxamento e descoberta por meio dos sentidos.
O que é um jardim sensorial?
O jardim sensorial é um tipo de paisagismo planejado para provocar sensações físicas e emocionais por meio de estímulos sensoriais. Cada planta, textura, som ou aroma é escolhido estrategicamente para despertar uma ou mais percepções, criando um espaço que convida à exploração e à atenção plena.
Essa abordagem é frequentemente aplicada em projetos terapêuticos e educativos, mas também pode ser adaptada para o uso residencial. O importante é que o jardim funcione como um ambiente vivo, que estimula a percepção e favorece o vínculo entre as pessoas e o espaço natural ao seu redor. Em um momento em que a vida urbana tende à aceleração, o jardim sensorial propõe um outro tempo.
Estímulos do jardim sensorial aos cinco sentidos
Cada elemento do jardim sensorial é pensado para dialogar com os cinco sentidos, promovendo uma experiência completa de imersão na natureza. Em vez de apenas observar, o visitante é convidado a tocar, ouvir, cheirar e até saborear o ambiente, estabelecendo uma conexão afetiva com o espaço ao seu redor
Tato
Superfícies variadas, como cascas, pedriscos, troncos ou folhas aveludadas, convidam ao toque e oferecem uma percepção tátil rica. Caminhos com texturas diferentes, plantas com folhagens que provocam sensações distintas e materiais naturais como a madeira contribuem para esse estímulo.
Olfato
Ervas aromáticas, flores perfumadas e espécies com fragrâncias sutis fazem parte da paleta sensorial. Os aromas de lavanda, alecrim ou jasmim, por exemplo, ativam memórias, acalmam e trazem uma sensação de frescor ao ambiente – promovendo o bem-estar de forma simples e eficaz.
Visão
Cores, formas e contrastes também desempenham um papel importante no paisagismo. A variação de tons de verde, o uso de flores vibrantes, as mudanças sazonais e até a movimentação provocada pelo vento nas plantas contribuem para uma paisagem dinâmica, que convida ao olhar atento e à contemplação.
Audição
O som da água em movimento, o canto dos pássaros e o ruído das folhas ao vento compõem a paisagem sonora do jardim sensorial. Elementos como fontes, espelhos d’água ou mesmo o uso de materiais que produzem sons suaves ao toque do vento enriquecem essa experiência.
Paladar
Quando o projeto inclui espécies comestíveis, como frutas, ervas ou flores comestíveis, o paladar também é ativado. Além de trazer um aspecto funcional ao jardim, essa dimensão permite uma interação ainda mais direta e prazerosa com a natureza.
Vantagens além do paisagismo
Os benefícios de um jardim sensorial ultrapassam o campo estético e se estendem à saúde emocional, física e cognitiva. Esses espaços são especialmente valiosos em contextos terapêuticos e educativos, estimulando a concentração, a memória, o equilíbrio e a coordenação motora. Em clínicas, escolas e centros de reabilitação, são aliados importantes nos cuidados com diferentes públicos, como crianças, idosos e pessoas com deficiência.
Mesmo em projetos residenciais, o jardim sensorial oferece um refúgio diário. Ele convida à pausa, incentiva o autocuidado e resgata a relação intuitiva com o ambiente natural. É um espaço onde o tempo desacelera e a presença se intensifica — uma qualidade cada vez mais rara na vida urbana contemporânea
Como resolver os problemas de má drenagem do solo da sua horta/pomar
Problemas de má drenagem do solo são frequentes em hortas, jardins e pomares. Para além de afectarem o crescimento e desenvolvimento das culturas, os solos alagados impedem o fornecimento de oxigénio tanto às raízes como aos micro organismos. Por outro lado, solos com uma drenagem acentuada são tendencialmente mais secos e mais pobres em nutrientes. Nestas condições, são poucas as árvores de fruto e culturas que se adaptam, excepto as ameixoeiras bravas e as cerejeiras arbustivas que se dão bem nestas condições. Neste artigo, vai aprender dicas úteis de como resolver os problemas de má drenagem do solo da sua horta/pomar. Curioso(a)? Então não perca este artigo pois certamente vai interessar-lhe.
A drenagem do solo consiste num processo de remoção natural ou artificial, do excesso de água que se encontra no/ou sobre o solo. Os drenos colocados no solo consistem em tubos especializados, valas ou fossos especializados para drenar.
O processo de drenagem consiste no processo de escoar e “enxugar” a água de terrenos agrícolas encharcados ou alagados bem como outro tipo de terrenos que tenham excesso de água. A drenagem do solo pode ser feita através de tubos, canais, valas e túneis podendo também serem utilizados motores para auxiliar o escoamento,o que pode tornar todo o processo mais dispendioso.
O processo de drenagem começa primeiramente com a verificação da origem do excesso de água no local que será drenado e logo após esse procedimento é feito um levantamento topográfico do local para elaborar um projeto mais efetivo de escoamento da água.
Todos os tipos de solo estão sujeitos à drenagem natural cuja intensidade depende das suas características edáficas. No entanto, apenas os solos que apresentem uma capacidade de drenagem insuficiente para a tolerância hídrica da cultura é que devem ser submetidos a drenagem artificial, desde que os custos justifiquem (na maioria dos casos, os custos associados a este processo são elevados, pelo que deve ponderar bem e avaliar todas as condicionantes).
A má drenagem do solo: um problema recorrente
Uma drenagem do solo insuficiente pode ser originada por muitas causas, entre elas:
• uma grande proporção de argila em relação à de areia e/ou limo;
• compactação devido ao trânsito frequente de pessoas ou de máquinas pesadas;
• camada impermeável causada por cultivo rotativo frequente em condições húmidas;
• retenção superficial de água ou acumulação de escoamento de uma encosta ou de um edifício;
• entre outros factores;
Como evitar problemas com má drenagem do solo
•
• No caso do seu solo ser argiloso, este pode ser melhorados ao longo do tempo caso utilize culturas de cobertura e/ou se lhe acrescentar composto. As plantas rasteiras, como a batata-doce, o melão, a abóbora, o feijão ou as ervilhas, podem ser utilizadas como plantas de cobertura ,ajudando a evitar que o solo seja levado pelas águas da chuva. .
Evite ao máximo plantar fruteiras em zonas onde as pessoas tendem a passar a pé ou de carro. Se pretender restaurar a sua horta e pensa em plantar fruteiras num antigo caminho, é aconselhável construir um canteiro elevado.
Os canteiros elevados conseguem resolver bastantes problemas. Por essa razão, use canteiros para melhorar a drenagem, melhorar o solo ou contrair a compactação. Opte por canteiros elevados se pensa em cultivar fruteiras em solos argilosos, sobre uma camada impermeável ou num local de passagem de escoamento.
Caso a retenção de água seja muito superficial, um canteiro mais elevado pode ajudar às vezes. No entanto, aconselho-o a renunciar ao cultivo de fruteiras com raízes mais profundas e preferir fruteiras mais arbustivas como os mirtilos, que possuem raízes mais superficiais.
Fazer caleiras de drenagem ou valas para ajudar no escoamento, evacuação e coleta das águas pluviais, domésticas e efluentes.
Para evitar a erosão, plante relva nas margens do seu terreno por exemplo e revista o fundo com pedras. Desvie a água do seu quintal para o esgoto da rua ou para um reservatório natural, certificando-se que não está a desviá-la para o terreno do vizinho ao para cima do passeio.
No caso de drenagem do solo excessiva, causada por solos com partículas grossas, de gravilha ou arenosos, deve tomar outro tipo de medidas. Um bom exemplo de medida é aumentar o nível de húmus no solo através da adição de composto por exemplo.
Pode também optar pelo uso de palha (empalhamento) que vai conservar a humidade.
Síntese: soluções para problemas de drenagem do solo
• Canteiros elevados: nesta situação, as raízes têm espaço para crescer por cima de uma camada impermeável ou de retenção superficial da água. Pode também facilitar a limpeza das plantas infestantes.
• Vasos: são bons para cultivar fruta. Neles, podemos usar solos com misturas especiais (substratos por exemplo).
• Valas de drenagem: afastam o escoamento da superfície das plantas que não suportam ter “os pés molhados”.
• Culturas de cobertura: são uma fonte de matéria orgânica e conseguem suavizar as camadas impermeáveis do solo.
10 Garden Ideas to Steal from Portugal
Portugal’s gardens are a lesson in Europe’s long history of conquest. The Roman and Moorish invaders who descended centuries ago on the sunny Iberian peninsula brought a predilection for colorful tile courtyards, elaborate ironwork, and formal designs. And yet Portuguese gardens look like no other landscapes in the world.
The country’s climate is special. With a long coastline along the Atlantic Ocean and inland expanses of dry, mountainous terrain, Portugal’s hot summers and mild winters create a long growing season. Wild violets bloom on the outskirts of Lisbon in winter and orange trees drop fruit on city streets. Bright flowers spill from window boxes and terraced terrain on steep hillsides.
A Mediterranean climate, with pitiless sun, ocean winds, and a mishmash of architectural influences collected over the past centuries can offer inspiration for any landscape. See 10 garden ideas to steal from Portugal.
Azulejos
Since the 14th century, decorated tiles called azulejos have adorned facades, floors, benches, columns, and ceilings. In the garden, consider using patterned ceramic floor tiles on a patio to create the same anchoring effect as a rug. For more inspiration, see The New Outdoor Rug: Perfect Patterns for Tile Patios.
Loggias
The ancient Romans brought their architectural elements to Portugal, including covered corridors at ground level. Loggias can serve as shaded scenic overlooks in a hot climate.
Peristyle Gardens
Roman ruins at Conímbriga in central Portugal tell a story of garden design trends from nearly 2,000 years ago. Walls of precisely spaced columns edged the perimeters of courtyards, creating sheltered courtyards. Peristyle gardens, an idea borrowed from the colonnades built by the ancient Greeks, are calm oases even in the middle of a busy city. For more ways to create privacy, see The Cult of the Courtyard: 10 Backyard Ideas for Small Spaces.
Orange Trees
Along with Spain, Portugal has an ideal climate for growing oranges; Citrus sinensis thrives in regions with hot summers and mild winters.
In USDA growing zones 9 to 11, you too can grow orange trees in your garden. In other climates, you can grow potted citrus trees on a patio (bring them indoors to weather the winter). For more growing tips, see How to Keep an Indoor Citrus Tree Happy.
No-Water Landscapes
It may sound counterintuitive, but one of the worst things you can do to a garden in a dry climate is to water it. By watering, “you may think you are making life easier while, in fact, all you’re doing is limiting the range of plants that can survive in your garden,” writes Miguel Piedade in Ecossistemas. “Automatic watering systems are one of the worst inventions of the modern Mediterranean gardener” because many plants “simply cannot tolerate the combination of heat and moisture. Irrigation during our blazing summers generally proves fatal to them.”
Ferro Forjado
From wrought iron balcony railings to forged iron fences, ornate and lacy metalwork is a common architectural feature in Portugal’s gardens. (In Portugal’s historically agricultural economy, ironworking, glassblowing, and textile production were 19th-century innovations.)
Introduce ironwork into a garden with a metal trellis, arbor, or pergola, and train a vine to grow up it to soften the shape. See more in Everything You Need to Know About Arborsand 10 Easy Pieces: Arched Arbors.
Thermal Pools
Moorish “water tanks, which tend to be much larger in Portugal than the average garden pool, are another legacy left by the peninsula’s Arabic settlers. They are often built directly over a spring,” writes Helena Attlee in the Telegraph. “These tanks created a focal point in the garden, a place for relaxation and contemplation or livelier activities involving boats or fishing nets. Stone benches are sometimes set into the base of the wall and a shady pavilion often stands beside the water, or on an island at the centre of the pool.”
You can mimic the effect with a small pond or large fountain, and a stone bench.
Camellias
A 16th-century import from Japan, camellias arrived in Portugal to find growing conditions they liked. If you live in a similar warm climate, you can plant camellia bushes that will grow into small trees and create privacy hedge or visual punctuation in your garden. See more ideas in Camellias: A Field Guide to Planting, Care & Design.
Whimsical Topiary
Inject a note of whimsy with a fancifully shaped shrub. See more ideas in Boxwood Topiaries: 6 Tips for Trimming Shrubs from Niwaki’s Jake Hobson.
Window Boxes
Even if you don’t have a front garden, you still have a facade, don’t you? Window boxes filled with colorful, hardy plants such as red pelargoniums or planters with bougainvillea vines will greet passersby with a cheerful welcome. See more in Pelargoniums: A Field Guide to Planting, Care & Design.
If you’re designing a garden from scratch (or rehabbing an existing landscape), start with our curated guide to Garden Design 101. For more garden inspiration for Mediterranean climates, see.
GROWTH, UM INOVADOR VASO PARA PLANTAS INSPIRADO NA ARTE JAPONESA DO ORIGAMI
“Growth” é um inovador vaso para plantas inspirado na arte japonesa do origami e que tem a capacidade de acompanhar o crescimento da planta, adaptando-se às suas necessidades de espaço.
O recipiente foi criado pelo atelier de design Ayaskan, sediado em Londres, e pretende tornar os vasos para plantas em objectos mais sustentáveis – ao adaptar-se ao tamanho da planta não é necessário comprar um vaso maior, podendo assim poupar-se recursos.
“Na natureza, tudo evolui, tudo se adapta, cresce, floresce, degrada-se, morre, é absorvido e reutilizado”, afirmam os mentores do projecto, Bike e Begum Ayaskan. “A abordagem moderna consiste no contrário: os objectos são produzidos, usados, e deitados fora. O Growth, porém, inspirado no padrão do origami, imita a capacidade da natureza de crescer e de se transformar ao longo do tempo, evitando desperdícios”, acrescentam os designers.
O PARQUE VERDE DA FUTURA FEIRA POPULAR DE LISBOA
O futuro parque da Feira Popular, que se situa em Carnide (Lisboa), tem em vista a conceção de um parque verde com preocupações ambientais, sendo uma das intervenções do Plano de Drenagem da Câmara de Lisboa, apresentado no dia 15 de dezembro, no Paços do Conselho.
“São dois projetos num só projeto”, disse Luís Paulo Ribeiro da TOPIARIS, empresa de estudos e projetos de arquitetura paisagística, avançando que “a câmara municipal decidiu avançar com a construção do projeto antes de a Feira estar definida para crescer a vegetação e para melhorar o ambiente”.
Neste projeto, “não há problemas dramáticos, há oportunidades extraordinárias”, segundo evidenciou o responsável, explicando que há também “uma mudança no paradigma estético, pensando muito nos recursos já existentes”. Evidenciou, desta forma, que não é necessário fazer tudo de novo, mas sim “aproveitar ao máximo o que o local tem”, até porque, não se pode deixar de ter em conta que “é um ecossistema verde que está a substituir um ecossistema natural”.
O parque localiza-se numa zona elevada de Lisboa, com relevo variado, solos pobres, zonas degradadas e abandonadas e com várias hortas, as quais vão ser reabilitadas no novo espaço. Além disso, pela sua localização, o novo parque vai contribuir “para fechar a zona de corredores verdes de Lisboa”, referiu o responsável da empresa TOPIARIS.
Luís Paulo Ribeiro evidenciou ainda que esta iniciativa é uma “oportunidade extraordinária para contribuir para a estratégia de controlo de drenagem”, no sentido em que o solo vai ser aproveitado para a criação de bacias de retenção que criam um “lago” temporário quando a chuva é intensa, evitando inundações e propiciando a absorção da água.
As mesma depressões “podem ser aproveitadas para criar combos altos para o controlo de ruído que a Feira pode vir a provocar”, daí que “toda a morfologia vai ser aproveitada, sendo acentuada ou escavada”, explica.
Pretende-se ainda que este seja um parque sustentável na gestão de recursos, nomeadamente no consumo de água, que se pretende “que se faça através das bacias, de uma forma retardada, tirando o máximo partido da forma como a água se comporta no solo”.
Conheça os 10 jardins mais bonitos do mundo

Britzer Garten (Berlim, Alemanha): criado para mostrar a natureza da Alemanha em 1985, este jardim possui uma grande coleção de flores vibrantes, incluindo narcisos e rosas. No entanto, o verdadeiro destaque Jardim Britzer e o seu festival tulipa - realizado no final de abril - que mostra centenas de milhares destas flores em todas as cores imagináveis
Enquanto se dá a conhecer uma retoma por parte do sector de mediação imobiliária no Algarve, «não só no concelho de Albufeira

Enquanto se dá a conhecer uma retoma por parte do sector de mediação imobiliária no Algarve, «não só no concelho de Albufeira, mas em todos os concelhos», como adiantou ao «barlavento» o presidente regional da Direcção Regional do Sul da APEMIP Sérgio Martins, Lagoa foi o local escolhido para se discutir o futuro do mercado num seminário promovido pela APEMIP. A iniciativa, intitulada «Novos paradigmas e internacionalização do imobiliário Português», teve lugar no Auditório Municipal.Manuel Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, apontou o dedo ao facto de «não existir uma verdadeira cultura da reabilitação», representando esta apenas 6,5 por cento do total da construção em Portugal, em comparativa desvantagem com os 29 por cento que representa no mercado espanhol ou os 36 por cento na Europa.Os imóveis antigos mas recuperados poderiam tornar o mercado imobiliário português mais apelativo a nível internacional. Sérgio Martins apresenta o facto de, no Algarve, ainda haver «índices baixos de construção […] uma mais-valia para os investidores externos que pretendem investir em Portugal». Acredita que «quem investe overseas, os britânicos, são sempre pessoas com algum poder de compra», não afectado pela crise.Para chegar aos britânicos, clientes com mais peso no mercado da imobiliária no Algarve, a APEMIP está a ponderar a possibilidade de realizar uma feira em Londres, onde pretende vender o «produto Algarve». O projecto da feira, já noticiado pelo «barlavento», ainda é um «sonho» para Sérgio Martins, mas a presença no seminário de Lagoa de Alex Evans, director editorial do Richmond Green Group, uma das empresas que melhor trabalha feiras internacionais em Inglaterra, parece anunciar a concretização do «sonho».Outro aspecto abordado no seminário foi o da simplicidade e rapidez que programas como a Casa Pronta trouxeram na hora da compra e que vieram criar um «mundo na área do registo notariado diferente, um mundo mais moderno, um mundo que tira partido, de forma clara, das tecnologias da comunicação e os resultados estão à vista», como defendeu Luís Goes, presidente do Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça
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