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Xeriscaping not Zeroscaping

 


Project from Ecossistemas and landscaping   - Almadena Lagos - Algarve Portugal

The steps to plan and care for a low-maintenance, low-water xeriscape garden.

At High Country Gardens we pride ourselves on offering a wide selection of xeric perennials that can be used to create a low-water, eco-friendly garden. With drought conditions becoming more and more common in the Western United States, people are becoming more aware of how much water is used in their yard. It is possible to have a beautiful blooming garden without having a high water bill to maintain it. There is no need to "zeroscape" your yard, with xeric perennials it is easy to create a beautiful xeriscape.

Here is a guide to what it means at High Country Gardens to create a low-maintenance, low-water xeriscape garden.

Planning and Design

Whether you're starting from scratch, or renovating an existing landscape, take the time to plan out your design before you start to plant. Part of the planning process involves creating water use zones so you can allocate water usage where it will most directly contribute to the beauty and comfort of your home.

There are three water use zones:

The Oasis Zone (zone 1) where the more water-intensive plants are used is the area up close to the house where the landscape is most visible and accessible to the home's interior and entry ways.

  • Use hardy garden perennials, non-xeric groundcovers, ornamental grasses, small ornamental trees, annuals, container gardens, water features.
  • Water harvesting from roof areas and hard surfaces is most easily done here.
  • Vegetable gardens are considered oasis plantings (but do not need to be located next to the house).

The Transition Zone (zone 2) where water-wise xeric plants are used in areas that occupy the middle ground of the property especially along walkways, driveways, fences and other areas that are visible as you approach the house.

  • Use xeric perennials, shrubs, shade trees, ornamental grasses and native turf grass lawns.
  • Harvested water is especially useful for irrigating shade trees which need infrequent irrigation once established.

The Xeric Zone (zone 3), where only very xeric plants exist, is the outermost area along the property boundary and includes any out-of-the-way areas that are not used or seen much.

  • Use very xeric perennials, shrubs, ornamental grasses.

Note: Many homeowners who are not gardeners (and some who just prefer xeric plants opt to forego an oasis zone and bring the transitional zone right up to the house. This gives them the landscaped look they want while providing additional watering savings.


Use Native Grasses for Turf Areas whenever possible

For optimum water savings use native grasses such as turf-type Buffalo Grass and Blue Grama grass (in the Western US). These are excellent drought-tolerant alternatives to thirsty Kentucky Blue Grass and other turf type grasses.

Only plant Kentucky Blue Grass or Fescue-type turf lawns in areas where heavy recreational use will occur. Herbaceous and woody groundcovers are an excellent low maintenance, low water lawn alternatives, especially on hillsides or when a less formal look is desired.

Barwa Real Estate compra Qatar Real Estate Investment



Barwa Real Estate compra Qatar Real Estate Investment



A Barwa Real Estate, segunda maior empresa de promoção imobiliária do Qatar, vai comprar a Qatar Real Estate Investment.


Desta fusão das duas empresas nascerá uma outra com um valor de mercado de 11,5 mil milhões de riyals, cerca de 2,2 mil milhões de euros. O presidente da Barwa, Ghanim Bin Saad al Saad, comentou, citado pela Bloomberg, que a operação «irá criar uma empresa com escala e penetração significativas em todos os segmentos do imobiliário e que irá continuar a desempenhar um papel crítico no apoio ao desenvolvimento económico do Qatar». As condições do mercado imobiliário na região não são fáceis, tendo os arrendamentos caído 25% no ano passado e podendo ainda vir a cair mais 15% até meados deste ano, segundo algumas estimativas, de acordo com o Jornal de Negócios.

Aldeia dos Capuchos, um projecto do grupo Cantial, está a negociar com os americanos da Warner Bros., a instalação de um parque temático

Aldeia dos Capuchos, um projecto do grupo Cantial, está a negociar com os americanos da Warner Bros., a instalação de um parque temático na Costa da Caparica.
O projecto, que poderá estar operacional em 2011 implica a construção de uma ponte pedonal sobre a via rápida, avançou ao Oje, o director de marketing e vendas da Aldeia dos Capuchos, Frederico Seixas Clemente.
A consolidação da Aldeia dos Capuchos avança com a nova fase de moradias, a instalação de várias infra-estruturas lúdicas, mas também de um espaço comercial como âncora e ainda de um parque escolar.
Qual a perspectiva em termos de taxa de ocupação no hotel Meliã e quais os mercados-alvo?A nossa expectativa é fechar o ano com uma média de ocupação da ordem dos 60%. Neste momento já estamos nos 50% de ocupação, sendo que a nossa perspectiva é que nos meses de Verão venhamos a ter taxas de ocupação muito próximas dos 100%.Cerca de 50% da nossa ocupação são clientes espanhóis e depois vêm os nacionais. A marca Meliã tem contribuído muito para isso, para além de termos tido muitos clientes que vêm através de conferências e congressos, já que temos a possibilidade de fazer conferências até 1.000 pessoas e há poucos hotéis em Lisboa que o possam fazer. Por outro lado, as pessoas gostam muito da localização deste hotel por estar próximo de Lisboa e, em simultâneo a dar a sensação aos nossos clientes que se está longe da cidade. A vista de mar, spa e piscinas complementam o atractivo.O hotel abriu oficialmente a 10 de Julho e consideramos que é muito positivo o que aconteceu até hoje e, como é lógico, estamos com grandes expectativas.Paralelamente à ocupação do hotel via clientes puramente hoteleiros, vamos começar as vendas dos apartamentos hoteleiros, o que também vai fomentar muito a ocupação. A nossa ideia é que as pessoas possam comprar não apenas na perspectiva de investimento, mas também na perspectiva de ocupação. Teremos aqui 150 fracções que começámos agora a vender, fundamentalmente para mercados estrangeiros. Estamos muito enfocados na emigração, em mercados como a Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Canadá e África do Sul, e vamos fazer algo inédito que será o lançamento deste projecto também no Brasil.
Porquê o Brasil?É um mercado onde temos muitos luso-residentes, sobretudo em S. Paulo e Rio de Janeiro. Existe, por outro lado, o tipo de cliente que tradicionalmente gosta de colocar dinheiro fora do país. Fizerem muito esse tipo de operações em Miami, Florida, e acreditamos que fará sentido comprar em Lisboa ou na Grande Lisboa e isto porque Portugal está na moda e para os brasileiros, acresce o facto de eles adorarem a Europa. Gostam de ter o seu "pedaço de terra" a uma hora de Madrid, a 2,5 horas de Londres ou de Paris. Outro argumento é o factor investimento, sobretudo o sentir que tem algo fora do Brasil e que se situa na Europa.Paralelamente têm aqui a possibilidade de financiamentos até 80% com taxas de juro que para eles são inimagináveis. Aqui têm taxas de juro de 4% quando estão habituados a 15%, o que torna tudo atractivo.
E para além do Brasil quais são as outras geografias de aposta?Vamos apostar nos outros BRIC, na Rússia, China, Índia, e ainda Angola, Canadá e claro que não abandonaremos os mercados tradicionais que são o Reino Unido, Espanha, país nórdicos, que estão a passar por dificuldades, mas que rapidamente irão retomar.Esperamos, desta forma que com a venda destas fracções - que estão associadas a um rendimento e que está garantido pelo BES, para além da garantia de um promotor de referência que é a Cantial - possamos elevar, ainda mais, as taxas de ocupação.
Está previsto o lançamento de um parque temático?O parque temático ainda não é uma certeza, mas há uma enorme probabilidade de vir a acontecer.
O parque temático será construído e gerido em parceria?Sim, com a Warner Bros. Já existe um em Madrid e pretendem replicar o conceito na zona dos Capuchos, do outro lado da via rápida, onde teremos uma ponte a comunicar com o nosso projecto. Será o único parque temático em Portugal, o que nos leva antecipar uma importante contribuição para a ocupação do hotel.
Quais as características do projecto?O parque temático terá cerca de 10 hectares, teremos uma ponte pedonal para os nossos clientes que queiram ter acesso à infra-estrutura. A infra-estrutura será aberta ao público mas, repito, a ligação ao parque temático pela referida ponte será de acesso restrito aos nossos clientes. O parque deverá estar operacional dentro de dois anos, em 2011.
Que outras infra-estruturas têm contribuído para o crescimento da ocupação hoteleira?Para além das conferências, temos a parte do golfe que nos traz muitos clientes pois temos muitos torneiros de golfe a acontecer constantemente. Temos aqui a sede do Clube Ibérico de Golfe e ainda recentemente tivemos aqui um torneio nocturno, organizado pelo Benfica, com 70 participantes.Somos um 4 estrelas superior em que clientes beneficiam não apenas do facto de estarem a 10 minutos de Lisboa, mas de todas as infra-estruturas como o golfe, piscinas, spa, fitness center e obviamente dos 20 Km de praia. Temos um transfer que coloca os clientes na praia em cinco minutos.
A nível de mais imobiliário, o que se vai fazer no complexo?Na parte de apartamentos urbanos ainda temos cerca de 300 unidades para desenvolver. Temos a concluir um edifício residencial, cujo embasamento é o Pingo Doce e ficará concluído no final deste ano. Será uma óptima âncora, pois não existe na Costa da Caparica nenhum supermercado em condições.A nível de infra-estruturas estamos a fechar o acordo com uma escola, de forma a termos uma escola infantil dentro do resort. Esta escola estará associada a outra escola da zona onde as crianças poderão ter continuidade.Vamos começar ainda este ano, o sports club que vai ter academia de ténis, três campos de ténis, dois campos de squash, uma zona de parque e uma piscina semi-olímpica.Este ano, ainda começaremos a construir as moradias geminadas, moradias triplex geminadas com áreas que chegam aos 290 m2 (área total). É uma proposta muito interessante para as famílias de Lisboa que queiram sair da cidade e ter uma casa com espaço, com terraços, com jardim, com um solário e com uma zona de churrasqueira, tudo integrado no nosso resort.
Também se inclui nestes projectos uma escola de golfe?Concluímos em Junho o campo de prática, onde teremos escola de golfe para iniciação. Em Maio ficámos com o campo de golfe federado, logo já é um campo com handicap.A nível de imobiliário iremos ainda desenvolver, num futuro próximo, os apartamentos turísticos, que também estão vocacionados para o cliente estrangeiro. A nível de rendimento ainda estamos a estudar a melhor modalidade para esses apartamentos.No produto hoteleiro de rendimento que temos, estamos a propor aos clientes duas semanas, uma solução que agradou. Para os apartamentos turísticos poderemos estender o prazo e reduzir rendimentos, estamos a estudar essa possibilidade.A nível imobiliário ainda temos para desenvolver o nosso produto prestígio que são as moradias geminadas. Temos 80 lotes e estamos a desenvolver várias parcerias para a venda desses mesmos lotes. Tanto podemos vender um lote, como uma moradia concluída, para além de oferecermos, também, pacotes de "chave na mão".A comercialização será feita pela IRG quer a nível nacional, quer externo.
Que nível de investimento tem os Capuchos projectado para 2009/2010?Se considerarmos o Pingo Doce, as moradias geminadas e po sport center estamos a falar entre 20 milhões a 30 milhões de euros de investimentos.
O que foi investido até hoje pela Cantial, incluindo a área residencial, apartamentos turísticos, hotel e golfe?Cerca de 60 milhões a 70 milhões de euros, incluindo todas as infra-estruturas do projecto.
Qual o prazo de conclusão do projecto?O nosso prazo é 2015, embora na zona dos lotes de moradias, exista para o proprietário um prazo de três anos para iniciar as obras depois da aquisição. Depois de tudo concluído, estaremos a falar de um investimento global superior a 250 milhões de euros.
Voltando ao hotel e ao welness center, o que está previsto em termos de grandes eventos na unidade para o próximo ano?Temos sido eleitos pelas empresas farmacêuticas em geral que estão em Portugal, assim como pela banca, como local para encontros, conferências, seminários. Estas são, efectivamente, as duas áreas menos afectadas pela crise.
Qual tem sido a reacção do público em relação ao Spa e à gastronomia?Os clientes ficam francamente impressionados porque somos um hotel de 4 estrelas e o spa é característico de um 5 estrelas, com 1.200 m2, com todo o tipo de tratamento, incluindo salas húmidas, salas secas, banho escocês, hidromassagem, hidroterapias e uma sala para personal trainers com equipamentos únicos. O spa já tem 400 membros.A gastronomia tem tido uma aceitação fantástica. Temos um "chef" muito bom e as pessoas ficam agradavelmente surpreendidas com a qualidade da nossa carta.Também temos o fitness center com uma excepcional aceitação.Repito, a pessoa que viva dentro do resort ou que esteja no hotel tem golfe, spa, fitness, praia, o sports club que estará concluído no ano que vem, com ténis, squash, terá ainda o supermercado e a escola, com o driving range a ser brevemente inaugurado.
Que condições dá a Aldeia dos Capuchos para quem quiser optar pela modalidade de investimento?O investimento num imóvel aqui é uma alternativa a uma opção especulativa na bolsa, mas também é uma opção a uma aplicação bancária que gere um rendimento muito baixo. O investimento numa fracção na Aldeia dos Capuchos implica o investimento próprio equivalente a 20% do valor e o restante pode ser obtido através de crédito bancário e os 5% garantidos no final do ano é mais do que suficiente para pagar os juros do empréstimo bancário. O rendimento é garantido pelo BES.O investidor tem ainda a possibilidade de usufruir de duas semanas por ano, fica membro do clube Meliã e passa a ter descontos em todos os hotéis Meliã do mundo, passa a ter descontos em todas as actividades da Aldeia dos Capuchos, assim como o acesso da praia privativa da Aldeia dos Capuchos, que será na praia Morena, a par da valorização do património imobiliário.