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Alternativas ao relvado

Zen retreat

This Palo Alto, CA front yard was designed be a point of interest for anyone passing by. Landscape designer Chris Jacobson kept mostly to a green palette to create tranquility and year-round good looks. Clumping Berkeley sedge dots the yard, while spiraled Aloe polyphylla and asparagus ferns line the drive. Japanese maples and dogwoods provide softness, shade, and color. Jacobson placed an arbor supported by concrete columns 7 feet from the house, creating a courtyard. The planting beds, mulched with tumbled glass in shades of blue and green and buff-colored decomposed granite, add texture while keeping the palette serene.

A Arquitectura Paisagista tem por finalidade ordenar o espaço exterior do Homem restabelecendo o equilíbrio dinâmico da vida, tendo como fins essencia

ÂMBITO DA ARQUITECTURA PAISAGISTA

A Arquitectura Paisagista tem por finalidade ordenar o espaço exterior do Homem restabelecendo o equilíbrio dinâmico da vida, tendo como fins essenciais a utilidade e o belo.  Trata-se de humanizar a Natureza criando paisagens.

 

A Arquitectura Paisagista utiliza materiais vivos pelo que as suas intervenções são não só no espaço como também no tempo.

 

São instrumentos da Arquitectura Paisagista o plano e o desenho (projecto) que contribuem para a realização da ideia.

 

No projecto de Arquitectura Paisagista dimensionam-se os espaços, constrói-se o meio físico, estabelece-se a circulação, cria-se uma composição de formas de vida e propõe-se a sua distribuição, garante-se ainda o funcionamento dos sistemas ecológicos e a viabilidade e manutenção do proposto.

 

A partir da Ordem Natural, em que os diferentes elementos vivos, dependentes do meio, actuam uns sobre os outros até atingirem um estado de equilíbrio, o Arquitecto Paisagista ordena o espaço exterior, considerando as necessidades do Homem, que para o efeito está sempre no centro de todas as mudanças, segundo as suas alternâncias cíclicas e a evolução contínua no tempo que exige a renovação permanente dos recursos.

 

São concretamente campos de intervenção do Arquitecto Paisagista, os seguintes:

 

- Análise biofísica e cultural do lugar e do território

-  Jardim e Parque

- Espaços e corredores verdes urbanos de protecção, produção e recreio

- Cemitérios

- Percursos lúdicos e culturais

- Campos de jogos, lazer e recreio

- Protecção e enquadramento de espaço exterior dos monumentos

- Recuperação e a regeneração dos valores culturais ecológicos (jardins, parques e quintas históricas, lugares públicos abertos e paisagens compartimentadas notáveis)

Ordenamento das áreas de conservação da Natureza

Integração paisagística das infra-estruturas do território

- Projecto de novas paisagens (sistema fluvial, compartimentação, zonagem e ordenamento)

- Intervenção na paisagem tendo em vista a sua transformação ou a permanência da sua estrutura ecológica

- Ordenamento da paisagem global tendo em conta a articulação de diferentes espaços e corredores naturais e edificados

 

O Arquitecto Paisagista, no projecto do jardim, procura realizar uma obra artística tendo em atenção a estética, o bem estar e saúde dos destinatários, o “génio do lugar”, os condicionalismos ecológicos, as circunstâncias biológicas e os valores culturais e panorâmicos, sem perder de vista a unidade, equilíbrio, perenidade e utilidade da obra e a sua viabilidade, funcionalidade e oportunidade.

 

O Arquitecto Paisagista, no projecto de Paisagem integra o humano, o estético e o natural, criando espaços exteriores onde predominam os elementos naturais e onde desenvolve o funcionamento dos sistemas ecológicos naturais e dos humanizados (agrosistemas).

 

O Arquitecto Paisagista no Ordenamento do Território, considera o Homem e a sociedade humana como elementos fundamentais, pois o ambiente a valorizar ou criar é o ambiente propício ao desenvolvimento da plenitude da pessoa humana, não devendo por isso sujeitar-se a uma perspectiva apenas de curto prazo.

 

O Arquitecto Paisagista contribui para a elaboração e gestão dos planos de Ordenamento do território e das áreas especialmente classificadas, integração na paisagem de infra-estruturas, criação do “Continuum Naturale” e recuperação  de ocorrências territoriais sensíveis: dunas, falésias, vertentes, sapais, lagoas, cursos de água e de áreas afectadas pela “desertificação”. O Arquitecto Paisagista trabalha em equipas interdisciplinares em que lhe compete, para além da análise biofísica, a síntese final e o desenho do território traduzido na imagem da paisagem.

 

No desenho da paisagem há que atender:

 

1 – Circulação da água, do ar e da matéria orgânica

2 – Presença da Natureza e biodiversidade

3 – Sustentabilidade ecológica e estabilidade física

4 – Equilíbrio biológico e sua dinâmica

5 – Regeneração dos recursos naturais renováveis

6 – Valores culturais, telúricos e ecológicos da paisagem  ( zonagem,  

      compartimentação e património integrado)

7 – Activação biológica dos elementos naturais (oxigenação, despoluição,

      produção, ambiente)