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Peavey Plaza Nomination Gets the Go-Ahead

The future of Peavey Plaza has taken a strategically significant turn for the better. The site, which was previously determined eligible for listing in the National Register of Historic Places, is proceeding along to actual designation.

On November 5, 2012, the Minneapolis Heritage Preservation Commission, which had previously voted 8-1 to delay Peavey’s demolition, voted to recommend Peavey’s listing in the Register. Then, on November 13, the Minnesota State Review Board concurred in a unanimous vote. The application has been sent to the National Park Service for a final determination, which is due within 45 days of receipt.
Designation is important because the City of Minneapolis and the Minnesota Orchestra have disputed the plaza’s significance in arguing there are no alternatives to Peavey’s demolition. Designation would also bolster a lawsuit to preserve Peavey based on the Minnesota Environmental Review Act (which was the basis of a 1993 decision to prevent the demolition of the Minneapolis Armory building because of that site’s historic and architectural importance). In a November 16, 2012, Finance & Commerce article, University of Minnesota Law School professor Alexandra Klass said: “The law protects historic resources that are unique, or that have historic significance that would be endangered if they were removed or changed. That seems to be the significant element here.” Having Peavey listed in the National Register of Historic Places helps make that point.

Peavey Plaza

Japanese Gardens

Japanese Gardens

japanese garden designThe Japanese art of landscape gardening arose from their fondness for nature, which led them to reproduce in miniature the scenery visible from their homes. Composition of a Japanese gardens depends upon the arrangement of its trees, boulders, paths, streams, bridges and other artificial structures. It is, least of all, a flower garden, but more a reduced copy of the scenery of the Japanese countryside. Exotic Japanese garden pictures illustrate the results of introducing the pleasing and picturesque effects of specialty trees and plants from a foreign country. You can use online garden tools to create beautiful Japanese gardens.
Japanese Landscape Design Japanese Cherry Blossoms Japanese Landscape Design

Combating Climate Change with Landscape Architecture

 

Climate change_pagetop
Dry river bed. Image credit: iStock photo / © Jyeshern Cheng
A recent report from the United Nations Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) states that “warming of the climate system is unequivocal.” According to the IPCC, average global temperatures are increasing at an alarming rate. In just the past 50 years, northern hemisphere temperatures were higher than during any other 50-year period in the last 500 years, perhaps even the past 1,300 years. The IPCC projects that the Earth’s surface temperature could rise by as much as 4°C within the next century.

The primary cause of climate change is increasing concentration of greenhouse gases (GHGs), especially carbon dioxide (CO2) in the atmosphere. The 2007 Assessment Report by the IPCC indicates that GHG emissions increased by 70 percent between 1970 and 2004. These gases are primarily emitted as a result of human behavior, such as the burning of fossil fuels to produce energy. Building consturction and energy use account for more than 30 percent of worldwide emissions, while the transportation sector is responsible for another 30 percent.

Experts predict that the increase in the Earth’s temperature, if left unchecked, will have devastating effects. According to the IPCC, the projected sea level rise could reach 19-23 inches by the year 2100. Additional impacts could include increased spread of diseases; extensive species extinction; drought and wildfires; mass human, animal and plant migrations; and resource wars over shrinking amounts of potable water.

There are a range of landscape architecture-based mitigation strategies that, if employed at mass scale, can help reduce GHG emissions by 50-85 percent by 2050 and limit temperature rise to 2 degrees celsius, targets that the U.N. recommends. Given the effects of climate change are already being felt in many communities, landscape architecture-based adaptation measures are also now being planned and implemented across cities and countries

Salvador Dalí reincarna na Florida

Como fazer jus, através da arquitetura, às derivas e delírios do mais surreal dos surrealistas na mais improvável das localizações? Salvador Dalí reincarna na Florida, terra de ciclones, com rosto de betão e bigode de vidro. Projeto do novo Museu Salvador Dalí pelo ateliê Hok.



Conta-se que foi para poder ver o nascer do sol, sem ter de se levantar da sua cama na casa de Port Lligat, que terá inventado um jogo de espelhos. Salvador Dalí (1904-1989), o pintor dos relógios moles e das girafas em chamas, era também admirador confesso da obra de Buckminster Fuller, engenheiro e arquiteto, inventor do domo geodésico. A ligação de Dalí aos fenómenos da natureza e à representação da terra já é evocada no teatro-museu de Figueres, Girona, que tem no seu topo uma cúpula geodésica, que muitos relacionam com a obsessão do pintor pela forma do olho de mosca. Yann Weymouth, diretor de projeto no ateliê norte-americano Hok, voltou a cruzar estas duas vertentes para conceber o novo Museu Salvador Dalí, em São Petersburgo, na Florida, em substituição do museu já ali existente desde 1982. Além de lidarem com o universo excêntrico do pintor catalão e com a preexistência de um edifício a ele consagrado no seu país natal (há também um projeto de Daniel Libeskind para um museu daliniano em Praga), os arquitetos do Hok tiveram ainda de contornar um requisito pragmático: proteger a coleção das rajadas ciclópicas que frequentemente ameaçam a costa da Florida. Assim, uma caixa- forte, de ângulos retos e grossas paredes de betão com 18 metros de altura, albergam a coleção. A caixa é interrompida por um 'bigode daliniano', uma corrente sinuosa de vidro triangulado que culmina no telhado, formando, no seu percurso, um átrio que facilita a entrada de luz natural. Os arquitetos do Hok batizaram-na de "enigma de vidro", nome de uma tela de Dalí, de 1929.
Para criar os modelos tridimensionais das formas envidraçadas, num total de 900 painéis, todos diferentes, foi usado o software Building Information Modelling. "O uso da forma livre da triangulação geodésica usada na corrente é uma inovação recente, apenas permitida pela moderna análise computacional e posterior fabricação digitalmente controlada, que permite que cada componente seja única", refere Yann Weymouth, explicando que "nenhuma lâmina de vidro, nó estrutural ou suporte são precisamente os mesmos", o que permitiu criar uma família de formas estruturalmente robustas e estreitamente identificadas com o fluxo dos líquidos na natureza". Apesar da forma livre envidraçada, a estrutura foi projetada para resistir a ventos de 265 km/hora (as lâminas, 220km/h). O telhado – 30 cm de espessura de betão sólido – fica bastante acima do nível das possíveis cheias e de ondas até nove metros de altura. Portas à prova de tempestade protegem as galerias.
A coleção integra duas mil obras, entre esculturas, esboços, gravuras, desenhos e 90 pinturas a óleo, que cobrem todas as fases do percurso do artista. O espólio foi iniciado pelo casal A. Reynolds e Eleanor Morse, que a partir de 1942 começou a procurar apoios para a fundação de um museu dedicado a Dalí em solo norte-americano. Este espaço está apto a receber cinco mil visitantes por dia. O edifício do museu antigo foi, por sua vez, vendido à universidade da Florida do Sul.

Vasos moldura




Se procura uma forma diferente e divertida de expor as suas fotografias então os "vasos moldura" podem ser uma alternativa. São vasos para plantas onde se coloca uma fotografia. Foram desenvolvidos pela GOOD, uma empresa do Cazaquistão e são produzidos em vários tamanhos. Coloca-se uma foto de cara no vaso e as plantas funcionam como um improvável cabelo. O resultado pode ser divertido. As fotografias são colocadas entre o vaso e uma capa de plástico transparente que protege o papel da humidade. Não tenho conhecimento se este produto é comercializado em Portugal, mas se a moda pega nunca se sabe. Se souber onde pode ser adquirido deixe aqui a informação.



Manifestos: Grandes investimentos públicos dividem economistas


Manifestos: Grandes investimentos públicos dividem economistas
Guerra nas obras

Cinquenta e duas personalidades, na maioria economistas, assinam o contramanifesto a favor da realização de obras públicas como via para a promoção do emprego e da recuperação económica. Este é o primeiro de dois textos de resposta a um manifesto divulgado durante a semana apelando ao Governo que reavaliasse os investimentos públicos. Os manifestos ilustram o conflito que divide os economistas nacionais.
José Reis, economista e ex-secretário de Estado do Ensino Superior, José Penedos, presidente da REN - Redes Eléctricas Nacionais, ou Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, são algumas das personalidades que assinam o texto ontem divulgado.
"Os recursos públicos devem ser prioritariamente canalizados para projectos com impactos favoráveis no emprego, no ambiente e no reforço da coesão territorial e social: reabilitação do parque habitacional, expansão da utilização de energias renováveis, modernização da rede eléctrica, projectos de investimento em infra-estruturas de transporte úteis, com destaque para a rede ferroviária", lê-se no texto, que sustenta que "o combate ao desemprego tem de ser o objectivo central da política económica".
Durante a próxima semana será publicado outro contramanifesto, que está a ser preparado por Luís Nazaré, ex-presidente dos CTT.
Arrancou ontem a FIA – Feira Internacional de Artesanato na FIL, em Lisboa. Com três pavilhões, é a maior feira de artesanato da Península Ibérica, e conta este ano com mais de 600 expositores, artesanato de 42 países dos cinco continentes e tasquinhas. Marrocos é o país convidado em destaque na feira que se prolonga até dia 5 de Julho.

Os programas de requalificação do parque escolar em curso envolvem 1149 empresas e contribuem para a criação de 6543 postos de trabalho.




Os programas de requalificação do parque escolar em curso envolvem 1149 empresas e contribuem para a criação de 6543 postos de trabalho, segundo os últimos dados apurados, relativos a 31 de Maio, anunciou o Ministério da Educação.
O programa de modernização do parque escolar com ensino secundário tem 900 empresas envolvidas e já criou 5100 empregos, enquanto o programa de requalificação de escolas com 2.º e 3.º ciclo do ensino básico envolve 249 empresas e motivou a criação de 1453 empresas.O elevado número de empresas envolvidas significa um significativo envolvimento de pequenas e médias empresas; por outro lado, o recurso ao tecido empresarial regional está potenciado pela distribuição das intervenções pelo território nacional.Os programas foram criados para recuperar e modernizar uma parte significativa das instalações que integram o parque escolar, de todos os ciclos de ensino, para contrariar o estado de degradação continuada que caracterizou, por um longo período, grande parte das escolas do País.

Infestantes em Relvados


Infestante é toda a planta que surja e que não faça parte da mistura usada na sementeiraCompetem com as espécies do relvado pela água, sais minerais (azoto, fósforo, potássio etc.), luz e espaço.Podem actuar como hospedeiros de pragas, viroses e enfermidades criptogâmicas.As infestantes são plantas oportunistas adaptadas às condições ambientais que as rodeia, assim um relvado pouco denso, fertilizações desequilibradas e regas ineficientes contribuem para a infestação dos relvados.Ao planearmos prados que fiquem próximos de relvados deveremos escolher para a sua com posição misturas com espécies que não sejam invasoras, tais como os trevos (Trifolium sp).
As infestantes podem agrupar-se em dois grandes grupos:1. DICOTILEDONEAS - INFESTANTES DE FOLHA LARGA2. MONOCOTILEDONEAS- INFESTANTES DE FOLHA ESTREITA

Espécies
Nome em Latim
Nome Comum
Época de Floração
Tipo de Reprodução
Controlo
Cultural
Controlo Químico- Subs.
Activas *1
Dicotile-dóneas
Infestantes
de Folha Larga
Portulaca oleracea
Beldroega
Verão/ Outono
Semente
Boa
Densidade
Mobilizações
de solo
2,4 D;Dicamba; MCPA; Mecoprop

Taraxacum officinale
Dente de Leão
Primavera aOutono
SementeRaiz
Frequência
de corte


Plantago lanceolata
Língua de Ovelha
Abril a Agosto
Semente
Retirar manualmente


Trifolium repens
Trevo Branco
Maio a Outubro
Semente Rizomas Estolhos
Evitar regas excessivas Fertilização adequada

Monocotile-dóneas
Infestantes
de Folha Estreita
Poa annua
Cabelo de Cão
Todo o ano
Semente
Boa
Densidade
Pré-emergentes:Oxadiazão;Pendi-
mentalina

Cynodon dactylon
Grama
Maio a Setembro
Rizomas Estolhos
Mobilizações
de solo
Pré-emergentes:Oxadiazão;Pendi-
mentalina

Digitaria sanguinalis
Milhã
Primavera/Verão
Semente
Frequência
de corte
Pós- emergenteQuincloraque

Cyperus rotundus
Junça
Primavera/Verão
SementeBolbilho
Evitar solos húmidos e compactados
Pós- emergente: Triclopir
* 1 Controlo Químico: Apresentada substancia activa. Usar as doses recomendadas, seguir as indicações do rótulo do produto.

Turismo do Algarve concorre ao prémio de “Melhor região de turismo”



Turismo do Algarve concorre ao prémio de “Melhor região de turismo”
O Turismo do Algarve está nomeado para o prémio de “Melhor região de Turismo”, pelo terceiro ano consecutivo, depois de ter vencido em 2006 e 2007. Os Prémios Publituris 2008, vão realizar-se no próximo dia 25 de Junho, onde será anunciado o vencedor desta categoria. Na atribuição deste galardão serão tomados em linha de conta factores como pró-actividade na comunicação, inovação e profissionalismo», revela o regulamento do prémio. A região algarvia está ainda nomeada nas categorias de

Obras públicas poderão ser entregues sem concurso
O Governo aprovou em Conselho de Ministros um decreto-lei que prevê a adjudicação de obras públicas até cinco milhões de euros sem abrir concurso. De acordo com o Público, esta medida vai ser alargada aos municípios. Este novo decreto pretende, de acordo com o Governo, a rápida execução dos projectos de investimento público considerados prioritários para o relançamento da economia portuguesa. No novo regime de excepção que será levado hoje a Conselho de Ministros, o valor das obras entregues por ajustes directos será de cinco milhões de euros e no caso de ser o Estado, autarquias ou regiões autónomas, este valor é multiplicado por cinco. O Público cita um documento da Associação Nacional de Municípios que defende o alargamento desta medida a "todos os projectos municipais co-financiados por fundos comunitários" e defende também que "o regime em apreço consagre, de forma expressa, um número mínimo de entidades a convidar", sugerindo a consulta a seis, antes de fazer o ajuste directo. Entre 2009 e 2010 as empreitadas de obras públicas até cinco milhões de euros poderá ser escolhida por ajuste directo. Este decreto prevê a redução dos prazos dos procedimentos relativos a concursos limitados de 103 dias para 41 e, no caso de anúncios enviados através da internet, o prazo é reduzido de 96 para 36 dias. Este documento abrange as medidas que constam do diploma “Iniciativa para o Investimento e o Emprego”, adoptado a 13 de Dezembro pelo Conselho de Ministros, que engloba a modernização das escolas, energia sustentável, modernização da infra-estrutura tecnológica, pequenas e medias empresas e apoio ao emprego.

Grandes centros comerciais devem ser aprovados nas próximas semanas


Investimentos estão dependentes de pequenos actos administrativos que não obrigam a alterações na dimensão dos projectos.
Três novos grandes espaços comerciais a construir no Algarve ainda não reuniram todos os requisitos para serem aprovados pela Comissão Regional de Licenciamento Comercial, mas os processos dependem apenas de simples procedimentos administrativos.Nesta lista, incluem-se o futuro centro comercial de Tavira (Gran Plaza), um grande centro comercial (semelhante ao Fórum Algarve) a instalar junto à Boavista (Portimão) e um retail center, também a construir na cidade do Arade.Contactado pelo «barlavento», Macário Correia, presidente da Comissão Regional de Licenciamento, refere que os projectos apenas não foram aprovados por estarem dependentes de pequenos actos administrativos, mas aventa que tudo aponta para que o licenciamento ocorra em condições normais durante as próximas reuniões do organismo.No caso de Tavira, o processo foi suspenso para a reunião seguinte para que seja concretizada uma pequena alteração no Plano Director Municipal. «Trata-se de uma nuance meramente administrativa, já que o projecto contemplava a palavra industrial, quando deveria englobar o termo comercial».«Há apenas um acto normativo a resolver, sem o qual não é possível ser emitida a licença. O centro não morre aqui e vai manter a mesma configuração», sintetiza Macário, aventando que a instalação da superfície já foi aprovada por unanimidade na Assembleia Municipal.Casos pontuais à espera de clarificaçõesQuando aos restantes investimentos, Macário Correia afirma que os entraves apenas estão relacionados com casos pontuais que carecem de pequenas clarificações: «são arranjos administrativos que não vão condicionar a construção de nenhum destes edifícios nem obrigam os promotores a redimensionar a volumetria dos projectos».O futuro centro comercial de Portimão – cujo avanço do processo estava dependente da aprovação de um plano de urbanização – contempla mais de 30 mil metros quadrados de construção e prevê a instalação de múltiplas lojas, salas de cinema e um hipermercado.Quanto a Tavira, o projecto contempla 54 espaços comerciais, uma dezena de restaurantes, quatro ou cinco salas de cinema e 1100 lugares de estacionamento subterrâneo. Terá ainda associado um hipermercado da cadeia Carrefour, que deverá abrir ao mesmo tempo do centro, ou seja, dentro de dois anos.Ainda no Sotavento, também Olhão se deverá render às novas superfícies, estando prevista a criação de um espaço comercial com várias lojas e algumas salas de cinema.ACRAL preocupada com grandes superfíciesEm declarações ao «barlavento», o presidente da Associação de Comércio e Serviços da Região do Algarve (ACRAL) Gilberto de Sousa manifestou o desagrado em relação à implementação destas novas grandes superfícies e alerta que os mercados «não são elásticos e têm um ponto de saturação».A questão da saturação dos mercados também já foi abordada pelo presidente da delegação regional da Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco) Henrique Dias.Em entrevista à rádio Gilão, na passada semana, o responsável da Deco revelou estar para breve o encerramento de uma superfície comercial de média dimensão no concelho de Tavira. Este cenário vem assim denunciar a fragilidade dos mercados algarvios – muito condicionados pela população flutuante – que já estão a ser disputados taco a taco com o mercado espanhol, depois de Ayamonte também ter inaugurado um espaço comercial de grande dimensão e ter como meta a angariação de clientes portugueses.Área comercial por habitante subiuPortugal tem das mais elevadas densidades comerciais na Europa, se se considerar o poder de compra do país, de acordo com um levantamento da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP).Nesse levantamento comparativo com outros países europeus, com referência a 2004, verifica-se que Portugal, tendo por base valores ajustados ao poder de compra, tem 209,3 metros quadrados de grandes superfícies para cada mil habitantes, enquanto a média europeia está nos 195,6 e Espanha aparece com 207,5 metros quadrados. A CCP ajustou esses dados a 2006 e, face às unidades já aprovadas, conclui que o índice aumentou 57,87 metros quadrados, alcançando os 267,17 metros quadrados por cada mil habitantes.
24 de Março de 2007 10:56Filipe Antunes

- OBRAS PARADAS PELO I.CN.B.

Assim que foi publicada esta noticia o Instituto fez questão de nos fazer uma visita ao qual agradecemos desde já :
~NÃO TEMOS OU UTILIZAMOS ESPECIES PROIBIDAS PELO PARQUE E NÃO - escrevemos artigos sobre Acacias .
~NÃO temos Acacias á venda e TAMBEM NÃO TEMOS OU UTILIZAMOS ESPECIES PROIBIDAS em trabalhos efectuados.
O artigo era escrito por um tal David Rees e que apesar de ter um anucio nosso não temos nada a ver com nada com esse artigo assim como apesar de os clientes nos solicitarem certas determinadas especies tambem não temos em stock e fazemos questão de dizer que não colocamos ou ainda comercializamos sendo amigos do ambiente sabemos e estamos muito mais sensiveis neste assunto sendo que muito antes de sair a lista as especies já sabiamos que não seriam as indicadas como sabemos ainda que muitas outras tambem deveriam lá estar incluindas e não estão .
desta forma estamos aptos e disponiveis para ajudar o respectivo Instituto naquilo que nos quiser solicitar,informar,tirar mais informações e levarmos aos jardins ou empresas que tem essas especies á venda e utilizam em construção de jardins projectos como ainda demonstrar pelo nosso departamento de projectos que a Gerencia apesar de partilhar a ideia do Parque os mesmos Projectistas no quadro tambem são sensiveis e estão devidamente informados e quando clientes exigem que tais especies sejam utilizadas nóes apenas alertamos ,como ainda todos os nossos foncionarios estão devidamente informados para não plantarem sem autorização especifica dos responsaveis tecnicos das diversas frentes de trabalho que temos .
UM obrigado muito especial ao I.C.N.B.

Costa Vicentina
Autarca e Governo vão assinar acordo para renegociar suspensão de empreendimentos
A autarquia algarvia de Vila do Bispo e o Governo vão assinar um «compromisso por escrito» para renegociar o caso da suspensão dos sete empreendimentos turísticos alvo de medidas preventivas decididas na semana passada em Conselho de Ministros

«Existe o compromisso de um acordo escrito entre ambas as partes», nomeadamente em relação aos quatro lotes que estão condicionados a pareceres do Instituto de Conservação da Natureza e aos três empreendimentos que foram totalmente suspensos pelo menos durante dois anos, revelou à Lusa o presidente da câmara, Gilberto Viegas.O acordo que vai ser estabelecido com o Governo visa também «medidas compensatórias para o município» e situações relacionados com o novo plano de ordenamento do PSACV, «quer em termos de prazo da sua execução e aprovação, quer em termos da sua compatibilização com a expectativas e necessidades do concelho», acrescentou.Na reunião da semana passada do Conselho de Ministros foram aprovadas medidas limitativas da construção no Parque do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina (PSACV) e que suspendem a construção em 10 empreendimentos nos concelhos de Vila do Bispo (sete) e Aljezur (quatro).Nessa altura, o autarca de Vila do Bispo, Gilberto Viegas (PSD), revelou-se preocupado com as restrições governamentais naquele concelho e avisou que as populações não iam conseguir subsistir ao «estrangulamento» na construção e que não aceitariam de ânimo leve as restrições.
Após uma reunião com o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, que teve lugar quinta-feira, Gilberto Viegas disse hoje à Lusa que do encontro em Lisboa saiu uma «plataforma de entendimento» e «um compromisso entre ambas as partes» para renegociar as medidas preventivas.O acordo, que vai ser estabelecido entre Ministério do Ambiente e Vila do Bispo, é para «estabelecer compromissos entre o ministério e autarquia quer quanto aos lotes, quer quanto a eventuais compensações ao município que tem estado a ser lesado durante estes anos todos por falta de investimento», recordou o autarca.
«A minha disponibilidade em participar na reunião de ontem é porque de facto a câmara tem uma porta aberta em termos de diálogo e de uma boa negociação para as duas partes».O autarca tinha declarado, poucas horas antes da reunião com o secretário de Estado do Ambiente, que todas as hipóteses de luta para evitar a suspensão dos empreendimentos seriam possíveis, «desde as conversações que resultam ao nível político até ao nível legal», nomeadamente através do recurso aos tribunais.Hoje, Gilberto Viegas assegurou que antes de recorrer a aspectos legais «vai esgotar a via do diálogo», embora frise que «palavras leva-as o vento» e por isso prefere um documento escrito.Em Vila do Bispo foram suspensos entre os sete empreendimentos apontados pelo Governo, o de Caminho do Infante, Acomave e Esparregueiras.Os outros quatro loteamentos têm a designação de área de intervenção turística de carácter específico e só se pode construir com parecer do ICN.O PSACV é uma área protegida e abrange uma faixa litoral marginada por um planalto costeiro com falésias abruptas e muito recortadas que escondem pequenas praias de areia.
Lusa / SOL