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Water planta : Water gardens

Garden décor important for multiple reasons
Garden decor is noteworthy because it is an invitation for people to open themselves to their gardens and bring to their lives.
In garden décor people are looking for means to add worth, peace of mind, a quality experience, and an escape from the “rat-race” in their lives. Affirmed in a different way, people want to add depth and meaning to their lives with garden decor. One way to achieve this is to craft or buy garden décor.
Garden décor should provide a return to nature, a sense of spirituality. Garden décor should also be return to the earth as people journey on their quest for meaning and ultimate significance. Moreover, through the use of garden décor, gardeners divulge their quirks and shortcomings, their humor, their originality, and their wish to make their gardens unique.
Garden décor is symbolic of delight, of ambiguity, of meaning, and of eventual being. Another way of looking at this is to see that garden décor provides the control to transform one’s mood and one’s life. To be sure, garden décor can become symbolic reminders of life’s blessings as they give confidence to people to augment their surroundings by rise above the ordinary.
Garden décor assist people take a lively stance in their lives by enabling them to make a niche in the world that is in consent with their values and their dreams. Indeed, it is imagination with garden décor that provides people with the chance to choose significant objects that verbalize their senses, their experiences, and their lives.
Garden décor helps tranquil the spirits pacify the soul and glee the senses. Endeavor to use garden décor that magically call you to return to your garden sanctuary.


As pessoas que, na Câmara de Lagoa, são responsáveis pelos espaços verdes odeiam jardins! Esta é a conclusão a tirar de mais uma incursão no chamado Jardim 5 de Outubro, na baixa da cidade.

Este jardim, que já foi dos mais bonitos e frondosos do Algarve, tem vindo, nos últimos anos, a ser destruído por intervenções sucessivas, que primeiro levaram à construção de um quiosque, hoje abandonado e sujo, depois passaram pelo corte de árvores saudáveis com dezenas de anos para as substituir por outras novas.

Agora, cortaram-se mais árvores, grandes e pequenas (algumas plantadas na intervenção anterior), demoliu-se o café que havia no meio para o substituir por outro, com ar modernaço, acabou-se com grande parte dos bancos à sombra, alargou-se o parque infantil. Este parque foi, aliás, a única intervenção minimamente decente.

Mas, pasme-se, deixou-se plantado lá no meio, na zona nobre do (ex-)jardim, o quiosque fechado e sujo. Tudo por causa de um contrato de cedência vitalícia do quiosque a um deficiente da terra, uma atitude nobre, sem dúvida, mas mal pensada.

Para se ver como é grande o ódio aos jardins em Lagoa, poderá também dar-se o exemplo do jardim da Igreja, hoje uma pálida sombra do que era há uns 20 anos, quando a Câmara de Lagoa só tinha dois ou três jardineiros…

É certo que, pelo concelho fora, há hoje mais espaços verdes que havia há 20 anos. Basta ver as pirosas rotundas da EN 125, onde se gasta o dinheiro, a água, as plantas, que deviam estar em verdadeiros jardins, daqueles que podem ser usufruídos pelas pessoas.

Ou basta ver o relvado entalado entre a EN 125 e a estrada para Estombar, onde se gasta água e se consomem recursos, para nada, já que ninguém em seu perfeito juízo pensará em utilizar aquele espaço espremido entre duas movimentadas estradas.

6 de Fevereiro de 2009 | 16:25
elisabete rodrigues