A manutenção da crise que vem afectando fortemente a construção tem tido repercussões muito nefastas na situação financeira das empresas, a avaliar pelo maior número de insolvências registado no primeiro semestre deste ano (+13% em termos homólogos).
Na verdade, a escassez da procura dirigida ao setor da construção continua a impedir a sua recuperação, como comprovam os dados da análise regional de conjuntura da AECOPS, que apontam para uma carteira de encomendas das empresas que lhes garante apenas 7,9 meses de produção, valor que desce para 4,9 meses na região Centro e para 5,0 meses no Algarve.
Também o número de fogos novos licenciados entre Janeiro e Maio deste ano e face ao mesmo período de 2010 (-30,9%) e de concursos abertos (-41,8% em termos de valor) são elucidativos da crise que o Sector atravessa.
O Algarve continua a ser a região mais afectada, a avaliar tanto pela quebra do número de fogos novos licenciados (-62,3%), como das obras públicas lançadas e adjudicadas. Inclusive, é a única zona de influência da AECOPS onde se verificam reduções quer ao nível de concursos abertos, quer adjudicados e tanto em número como em valor.
Também o número de fogos novos licenciados entre Janeiro e Maio deste ano e face ao mesmo período de 2010 (-30,9%) e de concursos abertos (-41,8% em termos de valor) são elucidativos da crise que o Sector atravessa.
O Algarve continua a ser a região mais afectada, a avaliar tanto pela quebra do número de fogos novos licenciados (-62,3%), como das obras públicas lançadas e adjudicadas. Inclusive, é a única zona de influência da AECOPS onde se verificam reduções quer ao nível de concursos abertos, quer adjudicados e tanto em número como em valor.
A manutenção da crise que vem afectando fortemente a construção tem tido repercussões muito nefastas na situação financeira das empresas, a avaliar pelo maior número de insolvências registado no primeiro semestre deste ano (+13% em termos homólogos).
Na verdade, a escassez da procura dirigida ao setor da construção continua a impedir a sua recuperação, como comprovam os dados da análise regional de conjuntura da AECOPS, que apontam para uma carteira de encomendas das empresas que lhes garante apenas 7,9 meses de produção, valor que desce para 4,9 meses na região Centro e para 5,0 meses no Algarve.
Também o número de fogos novos licenciados entre Janeiro e Maio deste ano e face ao mesmo período de 2010 (-30,9%) e de concursos abertos (-41,8% em termos de valor) são elucidativos da crise que o Sector atravessa.
O Algarve continua a ser a região mais afectada, a avaliar tanto pela quebra do número de fogos novos licenciados (-62,3%), como das obras públicas lançadas e adjudicadas. Inclusive, é a única zona de influência da AECOPS onde se verificam reduções quer ao nível de concursos abertos, quer adjudicados e tanto em número como em valor.
A queda homóloga no valor das obras entregues foi de 41,7% no Algarve, o que contrasta bem com o aumento de 71,5% registado em Portugal e de 192,7 % no Alentejo. O acentuado decréscimo da actividade da Construção traduz-se, segundo a AECOPS, numa forte quebra do consumo de cimento (-12,7% no primeiro semestre deste ano e em termos homólogos).
No que respeita ao mercado de trabalho, a situação difícil da Construção revela-se num recuo menor do número de desempregados oriundos do Sector e registados nos centros de emprego (-3,4% em Junho), do que a redução de 6,2% verificada no número de desempregados a nível global na economia.
Também o número de fogos novos licenciados entre Janeiro e Maio deste ano e face ao mesmo período de 2010 (-30,9%) e de concursos abertos (-41,8% em termos de valor) são elucidativos da crise que o Sector atravessa.
O Algarve continua a ser a região mais afectada, a avaliar tanto pela quebra do número de fogos novos licenciados (-62,3%), como das obras públicas lançadas e adjudicadas. Inclusive, é a única zona de influência da AECOPS onde se verificam reduções quer ao nível de concursos abertos, quer adjudicados e tanto em número como em valor.
A queda homóloga no valor das obras entregues foi de 41,7% no Algarve, o que contrasta bem com o aumento de 71,5% registado em Portugal e de 192,7 % no Alentejo. O acentuado decréscimo da actividade da Construção traduz-se, segundo a AECOPS, numa forte quebra do consumo de cimento (-12,7% no primeiro semestre deste ano e em termos homólogos).
No que respeita ao mercado de trabalho, a situação difícil da Construção revela-se num recuo menor do número de desempregados oriundos do Sector e registados nos centros de emprego (-3,4% em Junho), do que a redução de 6,2% verificada no número de desempregados a nível global na economia.
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