A Câmara de Tavira abriu dois concursos públicos para a concretização de quatro núcleos de desenvolvimento turístico. É a primeira autarquia algarvia


A Câmara de Tavira abriu dois concursos públicos para a concretização de quatro núcleos de desenvolvimento turístico. É a primeira autarquia algarvia a pôr em prática as regras do novo Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL). Está em causa a construção de 1800 camas. O presidente da autarquia, Macário Correia, diz serem projectos para o Interior do concelho.
Dois núcleos, com 500 camas cada, integram a chamada unidade territorial do Baixo Guadiana. São admitidos hotéis de 4 e 5 estrelas, isoladamente ou integrados em conjuntos turísticos; e aldeamentos e hotéis – apartamentos da mesma categoria. Há a hipótese de serem feitas pousadas, unidades de turismo da natureza e parques de campismo e caravanismo.
A altura máxima é dois pisos, sendo admitidos três em situações excepcionais de declive do terreno. A densidade máxima é de cem camas por hectare em parcelas ocupadas com hotéis e pousadas, e 60 camas nos restantes. Em áreas classificadas a densidade é menor.
Os dois outros núcleos, com 400 camas cada, serão desenvolvidos na unidade territorial do Barrocal e Litoral Sul. As tipologias são as mesmas, bem como a densidade de camas por hectare.
Os promotores urbanísticos ficam obrigados a concluir a execução dos núcleos em quatro anos.

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