O que queremos para os nossos jardins?

Regressar à natureza, às origens, mas ao mesmo tempo não abdicar da mais recente tecnologia.

Nómadas digitais, 

é-vos familiar este conceito? 

 Isso não faz muito sentido, não é? 

Mas de acordo com a mais recente pesquisa de preferências dos consumidores realizada pela Sociedade Americana de Arquitetos Paisagistas (ASLA), é isso que os consumidores desejam. 

os consumidores preferem elementos de design sustentáveis ​​– mas amigos da tecnologia – para seus espaços ao ar livre. … 

 Pela primeira vez, a conectividade wireless entrou top 10 dos principais projetos, sugerindo que as pessoas querem um jardim que lhes permita desfrutar tanto da natureza quanto da conectividade.

” Estes, são os 10 principais tipos de projetos, com a maior demanda: 

Plantas tolerantes à seca (nativas e/ou adaptadas) - 82,31% Plantas nativas - 81,60% Jardins de baixa manutenção - 79,25% Hortas (incluindo pomares, vinhas, etc.) - 76,52% Pavimentos permeáveis - 76,31% Área de relvado mais reduzidas e bem definidas - 72,66% Lareiras de exterior - 71,51% Irrigação por gotejamento/sistemas de irrigação eficientes - 71,05% Conectividade sem fio/internet - 70,77% Captação de águas pluviais/águas cinzentas - 70,32% Interessante o facto de que a “conectividade” ter mais de que um significado. 

Os consumidores querem conectar-se com a natureza, no topo não estão apenas plantas, mas plantas nativas ou adaptadas ao clima que requerem menos água. 

Por outro lado, também pretendem conectar-se com o vasto universo que é a web. “O fato de mais consumidores desejarem acesso wireless mostra que eles desejam expandir as opções para permanecerem conectados aos seus dispositivos”, refere Nancy C. Somerville, vice-presidente executiva e CEO da ASLA. “Paisagens residenciais/urbanas bem projetadas proporcionam interação social, prazer pela natureza e atividade física, ao mesmo tempo que reduzem o uso da água e o escoamento de águas pluviais”, refere ainda Somerville. Os desejos dos consumidores foram divididos em várias categorias, e os três elementos de design externos mais solicitados foram as lareiras, o wireless e a iluminação. 

 O primeiro entre os elementos de paisagem e o jardim e o mais desejado são as plantas nativas. 

Paisagens de baixa manutenção e hortas seguem de perto. O seguinte? Jardins de chuva

* Hortas orgânicas Jardins tolerantes à seca (Xeropaisagismo) Jardins verticais Coberturas verdes 

Elementos aquáticos decorativos Os elementos mais populares da sustentabilidade são as plantas tolerantes à seca, nativas e ou adaptadas, seguidos por pavimentos permeáveis e áreas de relvado bem definidas, associadas a uma função e com espécies adaptadas. 

 Irrigação com eficiência hídrica, coleta de água da chuva, materiais reciclados, iluminação solar, compostores e piscinas aquecidas geotérmicas também parecem ser populares. 

 Não seria bom que a conexão com a natureza significasse deixar para trás outras distrações? 

Alguns de nós pensam que sim. Mas se esta nova “conectividade” significar que existe uma maior ligação entre nós e mesmo entre gerações, de modo que todos se sintam confortáveis, então será bem vinda. 

 *Um jardim de chuva é qualquer jardim projetado para que, por sua localização, geometria, composição de solo e/ou vegetação, absorva mais água de chuva do que o solo natural absorveria. 

Também chamados de instalações de bio retenção, são uma das várias práticas destinadas a aumentar a reabsorção do escoamento da chuva pelo solo.

JADINS SECOS - XEROJARDINAGEM - JARDINS SUSTENTAVEIS

As mudanças climáticas são o grande problema ambiental que o mundo já está a enfrentar, um dos quais a escassez de água e é da responsabilidade de cada um de nós fazer a nossa parte, evitando ao máximo o desperdício e a utilização racional de água. 

Existem técnicas que passam por um programa operativo de conservação de água em jardinagem, assim como a utilização sempre que possível de espécies espontâneas para a execução de jardins, protegendo o meio ambiente. 

A Xerojardinagem, é um conceito que vem do termo grego xeros que significa seco e surgiu nos anos 70 nos Estados Unidos da América principalmente na zona da Califórnia e Colorado depois de um período grave de seca. 

Nos jardins podemos diminuir as necessidades de água se aprendermos a escolher as plantas mais bem adaptadas e com menos exigências ao nível do consumo de água. A procura crescente de água resulta em escassez e restrições sobre a sua utilização em jardins. 

Podem-se criar projetos paisagísticos de grande qualidade e ecológicos com o recurso às plantas xerófitas que tem como principal preocupação a poupança de água, que é um bem escasso e finito, às condições do local, a diminuição dos trabalhos e custos de manutenção e uma preocupação ecológica com a diminuição da utilização de produtos fitossanitários nos jardins. 

Uma paisagem xérica não é só cactos, sem relvado ou ser cor, pode ser utilizada uma grande quantidade de árvores e arbustos, área pequena de relvado utilizando de forma geral, espécies hidricamente pouco exigentes. 

Esta técnica tem o seu início por incremento da National Xeriscape Council que disponibiliza a conceção de uma nova estrutura que, de forma fácil, consegue estruturar um jardim com baixo consumo de água. 

Para a sua realização, na grande maioria dos casos haverá, sobretudo, necessidade de ter o sentido da realidade e um bom conhecimento da flora local, facto que facilita o balanço entre os recursos disponíveis e as necessidades a satisfazer. 

Este programa assenta em sete princípios fundamentais da Xerojardinagem: 

1) Planificação do desenho; 

2) Análise do Solo; 

3) Seleção adequada de plantas, preferencialmente as espécies autóctones e xerofíticas; 

4) Zona de relvado prática; 

5) Rega eficiente; 

6) Uso de cobertura do solo; 

7) Manutenção adequada. A implementação de cada um destes princípios é uma boa prática de jardinagem, contudo, se todas as etapas forem realizadas, o uso da água será mais eficiente, sem prejudicar a qualidade e beleza dos jardins. Assim sendo, pode-se otimizar, adaptar e criar harmonia dos espaços verdes, tendo em conta a sustentabilidade dos mesmos. 

Ecossistemasol Agosto 2022

Alternativas ao relvado natural

Quando nos cansamos de manter o relvado natural 

devemos pensar na solução mais ecológica em vez de pensarmos em contratar alguém que resolva o problema em tapar o sol com a peneira e colocar relva plástica no seu jardim. 

 A solução passa em manter a permeabilidade do solo e plantas e revestimento e por tal interesse decifrar o que é mais importante na utilização do seu relvado: 

Pisoteio ou uso lúdico? Aspeto visual? 
Corte rotineiro? 

Mais importante é ouvir os aconselhamentos de um especialista ou quem tenha experiência e casos práticos como tenha estudado e neste caso nada melhor que uma empresa com paisagistas e agrários experientes na área, retirando a hipótese da relva artificial e pensar em termos futuros como a solução viável aos seus filhos e netos. 


 Alternativas ao relvado 

Se para si não é fácil conseguir um relvado verde e saudável, propomos que o substitua por espécies de baixo crescimento. 

As 8 espécies que lhe propomos são ideais para qualquer superfície. Antes de por mãos à obra, verifique: 

 Está à procura de uma solução original para substituir o relvado? 
 Está farto de cortar a relva todos os fins de semana? 
 Tem um pequeno jardim onde o relvado não cresce em condições? 
 O seu relvado foi invadido por musgo? 
 Debaixo da sombra das suas árvores não cresce absolutamente nada? 
 O relvado fica amarelado no verão? 
Se respondeu sim a pelo menos uma das perguntas, este texto diz-lhe respeito. 
 Vai ficar a saber que é possível desfrutar de uma superfície verde até nos locais aparentemente mais difíceis. 
 Em princípio, a solução mais económica e rápida é optar por uma mistura de sementes. 
Existem sementes para sombra, para ambientes, secos e rústicas, entre outras. 
 De qualquer modo não deixam de necessitar de uma série de atenções: rega, corte, adubo, coberturas e arejamento. 
As alternativas que lhe propomos têm a vantagem de não necessitar de cortes regulares e de se adaptarem a situações por vezes muito difíceis. 

1. Cerastium Emite numerosos e delgados rebentos, cobertos por pequenas folhas cobertas por uma fina penugem de cor cinzento mate. Na primavera e no verão cobre-se de pequenas flores brancas. Se pretende que fique denso, deve podar depois da floração. 

Vantagens: Crescimento rápido, que chega a 60 cm/ano. Uma única planta cobre até 9 m2. Adapta-se à forma do terreno. Inconvenientes: Em zonas secas e muito quentes, necessita rega uma vez por semana. 

2. Dichondra macanthra Planta vivaz, a Dichondra macanthra é semelhante à helxine mas com as folhas maiores e mais espessas. Bem aclimatada nas regiões subtropicais, funciona sobretudo em jardins de microclima temperado, suave, mas com bastante humidade. 

Vantagens: Rasteira, cresce em forma de rosetas. Ideal para zonas de sombra. Inconvenientes: 

Para manter a cor verde, necessita regas frequentes no verão e temperaturas não inferiores a -8 ºC. 3. Hera Tem grande facilidade em colonizar o solo graças à emissão de novas raízes. 

É muito decorativa pelas folhas em forma de coração, por vezes matizadas, com manchas cremes, brancas ou amarelas. Recomendamos a Hedera helix “Variegata”. 
Vantagens: Adapta-se a todas as exposições, incluindo a sombra , embora a “Variegata” necessite um pouco de Sol. 
Cresce rapidamente em solos alcalinos, húmidos, mas bem drenados e ricos em húmus. Inconvenientes: Deve ser regada em períodos secos. 

 4. Hipericão A espécie Hypericum calycinum é uma excelente planta rasteira, muito vistosa graças às flores amarelas, presentes todo o Verão. É ideal para cobrir taludes não muito pronunciados, margens de zonas arborizadas e qualquer outra área que necessite de cobertura vegetal consistente. 

Vantagens: Adapta-se perfeitamente à sombra. Inconvenientes: É sensível à ferrugem. 
Neste sentido, terá que realizar tratamentos com fungicidas e fazer podas. 

Guia de cultivo 
Outras alternativas que vos podemos propor e mostrar in loco resultados e trabalhos já realizados: Seddum Lippia Ficus repens Entre outras se nos consultar . 

Qualquer que seja o método de cultivo – sementeira ou plantação – primeiro deve preparar o terreno. 

Elimine o relvado antigo, aplicando herbicida total, à base de glifosato, no outono. 

Depois, é necessário cavar a terra, arejar e picar. Plantação: 

As plantas adquirem-se em cubetas de plástico. 

Retire as plantas do recipiente e plante deixando uma distância entre 40 a 50 cm, sem comprimir demasiado com os pés. 

Para finalizar, regue com aspersor ou regador de ralo fino. Sementeira: 

De março a maio e em setembro/outubro, semeie à mão, cruzando os passos para não deixar qualquer zona sem sementes. Depois, regue com regador de ralo fino ou aspersor. 

Manutenção: Durante o primeiro ano, vigie a plantação, regando sempre que necessário e eliminando qualquer erva estranha. Aplique adubo de libertação lenta especial para relvado todas as primaveras para ajudar ao estabelecimento e a prevenir a longevidade. 

Quando o aspeto é visual: A jardinagem está na moda. Nos últimos anos produziu-se um aumento do interesse por manter cuidados os espaços verdes das casas e as zonas ajardinadas públicas. 

Graças a isso, podemos aprender e conhecer mais detalhes sobre espécies de plantas das que, provavelmente, nem sequer tínhamos ouvido falar. As plantas rasteiras são um bom exemplo disto. 

Esta vegetação rasteira aparece como alternativa ao relvado tradicional e usa-se para dar cor e vivacidade aos cantos mais escuros, aborrecidos e menos bonitos. Existem diferentes tipos de plantas rasteiras, e deles falaremos neste artigo. 

De uso principalmente ornamental, as espécies rasteiras têm numerosas variedades, sendo as mais comuns e populares as que vamos abordar a seguir. Se quer saber tudo sobre plantas rasteiras, nada como nos visitar ! www.ecoviveiros.com  

O que são as plantas rasteiras? 

Se pretende renovar o jardim e sem seguir o convencional ou se prefere deixar de lado o relvado, a relva e usar outra vegetação, então a solução pode passar pelas plantas rasteiras. 

Também se conhecem como plantas cobre-solos. São espécies que, após germinarem, cobrem a totalidade da superfície e, sobretudo, do solo. 

Destacam-se pelo seu desenvolvimento específico, pois, formam uma espécie de camada denominada tapete vegetal. 

Este é capaz de crescer por todo o terreno, cobrindo por completo um espaço. 
Para que se usam? 

São plantas de uso essencialmente ornamental. 

Graças à sua baixa manutenção e à pouca quantidade de água de que necessitam para sobreviver, estas espécies são usadas como alternativa ao relvado tradicional. 

Agora, empregam-se para cobrir tanto aterros, declives e vedações como paredes ou superfícies irregulares. 
E convém não esquecer os aquários! 

Sim, também existem plantas rasteiras aquáticas. 

A popularidade destas variedades tem vindo a crescer com a passagem dos anos e os aquários passam de apenas ter rochas ou de serem cubículos a converterem-se em autênticos paraísos. planta de aquário 

E quem não estará interessado em ter um paraíso submarino? 
Entre as plantas aquáticas destacam-se a Utricularia graminifolia, uma planta carnívora originária da Ásia), a Eleocharis parvula e a Riccia fluitans (como o nome indica, flutua). 


Se procura uma planta que ajude a dissimular as imperfeições de um terreno ou cobrir áreas onde dificilmente pode crescer outra vegetação, as plantas rasteiras são ideais para tal.

Além disso, são uma boa solução natural para as ervas daninhas, dado que as privam de luz, de água e dos nutrientes de que necessitam para proliferar. 

Com as plantas cobre-solos, também podemos ter caminhos frondosos e coloridos. 

E para decorar as zonas de passagem, as áreas ao redor das árvores ou muros que não combinam nada, é para o que se utilizam as plantas rasteiras. 

Talvez já conheça alguma das variedades de plantas cobre-solos, pois muitas delas se podem encontrar em praticamente qualquer jardim das vizinhanças ou da nossa cidade. 

Mas, o que talvez não saiba, é que existem muitíssimas espécies rasteiras, sendo todas elas vistosas e originais. Aubrieta Vantagens e desvantagens das plantas rasteiras 

A chegada das plantas rasteiras aos nossos jardins criou uma vítima, o relvado. 

A popularidade de que gozam é determinada pelos escassos requisitos de manutenção que têm. 

Estas espécies têm proliferado graças à simplicidade do seu cultivo e em muitos casos, chegaram a superar a relva (pelo menos no que se refere a usos). Mas nem tudo são vantagens. 

Como todas as espécies vegetais, também tem aspetos negativos. 

Conhecer cada um desses aspetos, positivos e negativos, em muitas ocasiões, configura o êxito de um jardim. 

A manutenção, as texturas ou o crescimento são alguns dos aspetos a ter em conta ao realizar a plantação. 

Para evitar que a decoração do seu jardim seja um fracasso, deixamos-lhe uma lista dos fatores positivos e negativos. Analise com muito cuidado cada um deles e avalie se compensa plantar este tipo de espécies. 

Vantagens das plantas cobre-solos face ao relvado 
Tal como já mencionado, as plantas rasteiras converteram-se na alternativa perfeita ao relvado tradicional, e isto deve-se às suas numerosas vantagens: 

1. Oferecem uma grande variedade de cores e texturas. Algumas plantas rasteiras têm flores e outras são mesmo odoríferas. 
As possibilidades de decoração são mais e melhores, pelo que se podem criar jardins muito especiais e interessantes. 

2. Quando se instalam este tipo de plantas no jardim, o trabalho reduz-se consideravelmente, dado que não é necessário apará-las. 
A manutenção é muito menor e são ideais para os principiantes da jardinagem. 

3. Não necessitam de tanta água para se desenvolver de forma ótima, sobretudo quando já se tenham enraizado. 
No entanto, o relvado deve ser regado com regularidade. Além disso, o sistema mais habitual de rega é o de micro difusão (instalação simples que permite uma maior poupança de água) enquanto que o da relva é o de aspersão (um sistema mais caro). 

4. Podem-se plantar em qualquer tipo de superfície, desde solos irregulares a paredes ou muros. 
São perfeitas para declives: não só servem de ornamentação, também são ideais para segurar o solo e deter a erosão. As possibilidades e as aplicações são muitas. 

5. Criam uma camada de resíduos orgânicos quando as folhas velhas caem. 
Estas convertem-se numa fonte de nutrientes, pois, ao fim e ao cabo, quando se decompõem, convertem-se em adubos naturais. 
Com as plantas rasteiras praticamente não é necessário adubar. 6. São um remédio natural para as ervas daninhas. 
Quando se cultivam plantas cobre-solos, estas partilham solo, água e nutrientes com o matagal, portanto, evitam a sua proliferação. 

Como vê, as plantas rasteiras apresentam um cultivo simples, uma manutenção menor e grandes possibilidades, não apenas de decoração. Com as plantas rasteiras, o seu jardim vai ter um aspeto limpo, colorido e fresco. 

 Existem muitas outras que ate temos investido na produção própria numa empresa do grupo a www.ecoviveiros.com em espécies resistentes a doenças e de pouca manutenção. 

 Cortar a relva menos vezes, não colocar adubo e consumir menos água é possível utilizando plantas que crescem rente ao solo. 

Esta técnica simpática tem que ser bem pensada para que possa ser um sucesso, seja em que clima for. Relva sem corte nem erva! 

Relva sem erva 

A relva alternativa não tem gramíneas como os relvados clássicos, mas sim plantas vivazes, botanicamente diferentes, formando uma cobertura densa. De longe, o efeito de tapete verde é idêntico. 

Esta solução é muito interessante quando se deseja cortar a relva menos vezes (ou mesmo não cortar). Para locais de passagem frequente, as alternativas à relva são bastante frágeis. 

Poucas plantas suportam ser pisadas. 

Deste modo, tem a possibilidade de instalar passos japoneses, essas pedras planas que se colocam a alguns centímetros acima do nível do solo. A relva sem erva é indicado para a criação de ambientes confortáveis. 

Que plantas? 
 
Todas as plantas que crescem até 10 cm (as plantas cobertura de solo são plantas muito baixas) podem ser usadas mas as melhores são que espalham as suas raízes e se reproduzem, cobrindo uma superfície considerável. 

O alecrim rastejante, o tomilho selvagem, a hortelã corsa, o cotoneaster rastejante, os morangos silvestres, o zimbro anão (rastejante), a gipsofila rastejante e muitas outras usadas com este fim. 

Misturadas com gramíneas que não dão sementes como a festuca de Gautier ou a festuca azul, poderá criar um verdadeiro patchwork, bastante mais decorativo que um tapete verde pois será interessante durante todo o ano e mais colorido. Num solo com pedras onde aparecem rochas, esta é a única solução para obter uma aparência e tipo de relva. 

Quando a rocha aparece, a relva deve ser substituída por plantas de cobertura. 

Plantação minuciosa 

 Prepare o solo como como para a plantação de um maciço, retirando a mais pequena erva daninha. 

A plantação faz-se como num maciço clássico, respeitando o espaço máximo entre as plantas. 

Segundo as variedades, deve contar entre 5 a 12 plantas por m² para conseguir a cobertura completa entre 2 e 3 anos. 

Entretanto deverá retirar as ervas daninhas para evitar que estas e os intrusos se instalem facilmente. Corte também os rebentos que possam ser demasiado altos (nos arbustos rastejantes) para favorecer o desenvolvimento no sentido da largura e não no da altura. 

Caminhar levemente mas de maneira uniforme, em toda a superfície (ou a passagem de um rolo para a relva, todos so meses) ajuda a boa instalação do tapete. 

Não é necessário adicionar adubo (apenas se a terra for muito pobre, por exemplo resíduos de construção). 

Sem corta-relva 

A alternativa à relva não se corta excepto nos caules onde há flores e que deve cortar quando secam. 

A rega, durante os primeiros anos, encoraja as plantas a instalarem-se mais rapidamente. 

No entanto, não deve regar o tapete regularmente para que não se torne dependente da rega. 

Humedeça apenas quando a terra secar a cerca de 1 cm de profundidade.

RELVADOS ARTEFICIAIS É PARA ESQUECER NÃO SÃO A SOLUÇÃO

RELVA ARTIFICIAL – RESIDENCIAL E USO DESPORTIVO OU DE LAZER ! 

É a grande questão que muitos se colocam na hora de preparar o jardim: relva artificial ou natural? 

Como em quase tudo, não existe uma resposta correta, até porque a escolha dependerá de muitos fatores. 

Para ajudar na decisão, os especialistas da Ecossistemas explicam as vantagens e desvantagens de cada um deles. 

 Agradecemos que leiam ate ao fim Relva artificial: vantagens e desvantagens 

Tornou-se uma das opções preferidas nos últimos anos, em parte porque os acabamentos são cada vez mais naturais e existe uma grande variedade de preços, assim como de modelos. 

Mas não são suas únicas vantagens: 
• A sua manutenção é muito simples, basta escovar, lavar e desinfetar de vez em quando; 
• A presença de insetos será muito menor do que quando há relva natural. E a lama também é evitada; 
• Se for de boa qualidade, ficará em perfeitas condições durante anos; 
•Ideal para quem sofre de alergias; 
• Pode ser instalado em qualquer espaço: à volta da piscina, num pátio ou mesmo no terraço. Pode colocar-se seja qual for o clima; Mas, assim como tem muitas vantagens, a relva artificial também tem algumas desvantagens: 
• A melhor qualidade e os acabamentos mais realistas têm preços elevados; 
• É necessário desinfetá-la periodicamente, principalmente se houver crianças ou animais domésticos em casa; 
• A incidência direta do sol faz com que a relva artificial atinja altas temperaturas; 
• Pode ser abrasiva no caso de quedas acidentais. Relva natural: vantagens e desvantagens Se já pensaste em escolher relva natural, é importante que tenhas em mente que esta opção tem coisas boas e não tão boas. Começamos com as vantagens: 
• A estética da relva natural, cor e toque são incomparáveis; 
• Quando o calor aperta, ajuda a refrescar o ambiente. A relva dissipa o calor e, após regar, a sensação de fresco é muito agradável; 
• A relva natural não só absorve o calor, mas também o ruído, tornando-a perfeita em áreas urbanas; 
• Ela autorregula a sua atividade bacteriana, por isso é uma boa escolha se tivermos filhos pequenos ou animais de estimação. Quanto às desvantagens, estas seriam algumas delas: 
• Desde semear ou colocar a relva até que ela possa ser pisada, é preciso deixar passar algum tempo; 
• A sua manutenção é mais trabalhosa do que a da relva artificial: regar, fertilizar, cortar, substituir, etc. 
• Requer um maior consumo de água, portanto em áreas secas ou quentes não é a melhor escolha; 
• Está exposto a pragas que podem forçar sua substituição, com o consequente custo associado. 

Qual é a melhor opção? 

Dependerá sempre do gosto, do gasto que se pretende assumir e do tempo que se pode dedicar ao seu cuidado. 

O que importa é que sendo natural ou artificial seja possível desfrutar ao máximo desse espaço O filho tem um treino numa equipa de formação e lá estão eles. 

 O clube da terra disputa um encontro na distrital e lá estão eles. 

 Sem o mesmo cheiro dos naturais, sem necessidade do uso intensivo de rega, mas com aquelas irritantes bolinhas que entram pelas meias e pelas botas adentro e que, depois, contaminam a casa, quais invasoras. 

Os relvados artificiais são uma constante quotidiana, enchem a paisagem e o panorama desportivo nacional e internacional. 

Em campos onde jogam amadores, onde se divertem meninos e meninas, em academias de formação. 

Não há exatamente um consenso quanto ao número exato de campos de relva sintética na Europa, mas estudos citados pela Comissão Europeia ou por outras entidades indicam um total entre 40 a 50 mil em todo o continente. 

Pois bem, Bruxelas quer que aquilo que está por debaixo das chuteiras mude. 

 Não a relva artificial em si, que ao contrário do que foi noticiado não será proibida ou banida, mas a forma como esta é produzida. A borracha dos pneus no final da vida útil A 25 de setembro foram anunciadas uma série de medidas para combater os micro plásticos. 

Estas pequenas partículas de menos de cinco milímetros, não biodegradáveis, prejudicam o meio ambiente e a saúde humana, poluindo ecossistemas e estando ligados a vários efeitos negativos para o organismo. 

Estima-se que 42.000 toneladas de micro plásticos intencionalmente acrescentados a diversos produtos são libertadas no espaço comunitário anualmente, sendo depois ingeridos pelos humanos através da cadeia alimentar, havendo ligações a problemas como um decréscimo na saúde produtiva, cancro ou resistência à insulina. 

Claro que nos residenciais e de empreendimentos se passa o mesmo. 

 Os campos desportivos sintéticos utilizam grânulos de pneus usados que representam riscos para a saúde, por libertarem um gás cancerígeno e hemotóxico, alertam organizações do ambiente europeias, que pedem o uso de produtos naturais. 

Num documento sobre micro plásticos a que a Lusa teve acesso, da responsabilidade de organizações não governamentais ambientalistas, salienta-se que o alerta parte de cientistas e que há alternativas naturais, uma delas a cortiça, que até já foi certificada pela Federação Internacional de Futebol (FIFA). 

Os campos desportivos sintéticos utilizam grânulos de pneus usados que representam riscos para a saúde, por libertarem um gás cancerígeno e hemotóxico, alertam organizações do ambiente europeias, que pedem o uso de produtos naturais. 

Num documento sobre micro plásticos a que a Lusa teve acesso, da responsabilidade de organizações não governamentais ambientalistas, salienta-se que o alerta parte de cientistas e que há alternativas naturais, uma delas a cortiça, que até já foi certificada pela Federação Internacional de Futebol (FIFA). 

No entanto, segundo as organizações, em 2017 apenas 3% dos campos certificados pela FIFA utilizavam alternativas orgânicas. 

O uso de grânulos provenientes de pneus usados é frequente em campos de futebol de relva artificial e outros campos desportivos. 

Os campos de relva artificial são feitos em várias camadas de diferentes tipos de plástico, de borracha e de outros materiais. 

“Os pneus incluem borracha sintética, um polímero plástico com muitos aditivos tóxicos, pelo que os grânulos são uma verdadeira preocupação, de tal forma que estão proibidos nos aterros de resíduos”, dizem as organizações, que acrescentam que os jogadores nem sempre sabem dos riscos potenciais dos altos níveis de gás que se desprendem dos grânulos. 

Nem tão pouco, acrescentam, da elevada toxicidade dos grânulos que se “escapam” dos campos e que envenenam o ambiente com o seu “cocktail” de aditivos químicos e metais pesados, incluindo altos níveis de zinco e cloro. 

De acordo com o documento, até ao próximo ano devem existir na Europa 100.000 campos, que geram algo aproximado a 16.000 toneladas de poluição de grânulos em cada ano. No ano passado um painel de peritos, a pedido da Agência Europeia de Produtos Químicos (ECHA, na sigla original), analisou a questão e recomendou a proibição total do uso dos granulados com origem nos pneus usados, diz-se no documento, no qual se acrescenta que há alternativas seguras e naturais, além da cortiça, como a madeira, ou mesmo caroços de azeitonas moídos ou cascas de nozes moídas. 

A opção pelos “granulados tóxicos”, dizem os responsáveis, pode estar relacionada com o facto de serem muito baratos. 

Em 2016 a produção global de borracha sintética e natural foi de 27,3 milhões de toneladas, com cerca de 70% delas utilizadas em pneus. 

Em cada ano vão para o lixo, a nível mundial, mil milhões de pneus, pelo que há muita matéria-prima. Segundo os dados do documento, um campo artificial de futebol, de tamanho normal, absorve 25.000 pneus triturados. 

Este uso aliviou a pressão sobre as empresas desde a década de 1990, que assim deixaram de se preocupar com a eliminação dos pneus, antes passando o problema para os donos dos campos. 

Um relvado artificial deve ser substituído a cada oito a 10 anos. 

“Mas o problema da eliminação torna-se mais difícil quando cada pneu se torna em centenas ou milhares de pedaços”, alerta-se no documento. 

Embora a indústria recomende a reciclagem de velhos campos, as organizações não governamentais dizem que na Europa apenas uma empresa faz de facto a reciclagem dos campos, e que como os campos são compostos por várias camadas e de materiais diferentes, a reciclagem é muito difícil, tanto mais que os granulados provenientes dos pneus não podem ir para aterro. 

A proibição do uso dos restos de pneus iria impulsionar alternativas naturais, mas as organizações não governamentais de defesa do ambiente referem que nos últimos meses a União Europeia tem sido pressionada pela indústria de produção e reciclagem de pneus para que essa proibição não seja efetivada, “porque os campos constituem cerca de 30% do seu mercado”. E não só campos, parques infantis e passeios para peões também são “clientes” do material feito de pneus usados, acrescentam. 

As organizações não governamentais concluem que na Europa se substituíram os campos de relva natural por campos de resíduos tóxicos, e querem que esses campos sejam feitos de produtos naturais “em vez de se esconder os resíduos tóxicos de pneus à vista de todos”. 


Embuste do relvado artificial

A relva natural é a opção mais comum para os relvados, mas se estiver a considerar a relva artificial como alternativa, convém que conheça bem os prós e contras de ambas. 

Dependendo das suas prioridades, poderá haver uma opção claramente superior: será que prefere o acabamento clássico de um relvado natural ou a comodidade da relva artificial? 

Pode utilizar o nosso guia completo para tomar uma decisão mais informada.

No caso dos profissionais do paisagismo com clientes indecisos, a partilha deste guia pode ajudá-los a fazer a escolha mais acertada. 

Um relvado natural: os prós Se pedir a alguém que descreva um relvado verde e sumptuoso, é provável que lhe falem em relva natural. 

Tem sido esta a opção mais comum ao longo de toda a história dos relvados. 

Por uma boa razão. Desde a estética mais agradável até à biodiversidade, são estas as vantagens de optar por um relvado clássico. Melhor aspeto, melhor sensação 

Um relvado é o elemento central do jardim. Se desejar a melhor aparência possível para o seu relvado, a única opção é a relva natural. 

O verde da relva natural é mais intenso, a sua textura é mais suave e, apesar de toda a evolução que se verificou no aspeto da relva artificial, há ainda uma diferença notória na aparência das lâminas de relva. 

Por algum motivo os jardins mais famosos da Europa utilizam relva natural: é simplesmente única quando o objetivo é garantir o melhor aspeto do relvado. Uma opção mais ecológica Como todas as plantas, a relva absorve dióxido de carbono e produz oxigénio. 

Também assume a função de barreira, ao absorver os poluentes do ar e da água. A relva é um habitat para os insetos que, por sua vez, são o alimento de pássaros e outra fauna selvagem. 

É um ecossistema que se perde quando a escolha é a relva artificial ou a gravilha. 

As minhocas também ajudam a melhorar a estrutura do solo porque aumentam os seus nutrientes e dão-lhe maior resistência à erosão. 

 A drenagem prestada pela relva Os ambientes de construção urbana anulam os sistemas de drenagem natural cujo objetivo é absorver a precipitação. 

Esta situação pode tornar estas zonas mais propensas a inundações. 

A relva proporciona uma drenagem importante que ajuda a reduzir este risco. 

Quando chove, a relva também funciona como filtro de absorção dos poluentes provenientes do escoamento das estradas (os químicos deslocados pela chuva nas estradas). 


Promove a biodiversidade Um relvado natural apoia um ecossistema diversificado de insetos, animais e outra fauna selvagem. Com relva artificial, não há apoio à vida. 

Se deixar que cresçam algumas flores na relva – talvez em maio, o mês no qual é incentivada a recuperação da natureza selvagem – estará a contribuir para o surgimento de insetos polinizadores, como as abelhas e as borboletas, e a promover ainda mais a biodiversidade. 

 Melhor para as famílias A relva artificial não tem a elasticidade da relva natural e, por isso, é sempre mais firme e menos adaptável, mesmo com uma camada inferior e outra de base. 

A relva natural é macia, absorve melhor o impacto e provoca menos fricção. 

Assim, é a opção ideal para as crianças que gostam de brincar no jardim. 

Se tiver animais de estimação com acesso ao espaço exterior, a relva artificial poderá também não ser a melhor opção. 

Especialmente se prefere evitar as limpezas constantes! 

Além disso, não nos podemos esquecer daquela que é talvez a maior vantagem de um relvado natural! 

O cheiro da relva acabada de cortar deixaria saudades a muita gente. 

 Um relvado natural: os contras Manutenção Os relvados naturais são plantas vivas e que crescem. 

Como tal, requerem manutenção para prosperar. Para que tenham o melhor aspeto possível, os relvados têm de ser sujeitos a um meticuloso regime de cuidados. 

Os profissionais de manutenção paisagística são especialistas em cuidados para relvados, pelo que recomendamos que contacte um paisagista da sua comunidade local para garantir que o seu relvado estará sempre nas melhores condições. 

Algumas pessoas gostam de cuidar pessoalmente do relvado, mas outras podem não ter o tempo e a energia necessários, podem não ter capacidade física, ou os seus jardins podem ser simplesmente demasiado grandes. 

Para quem quer um relvado perfeito, necessita de adicionar nutrição, camada orgânica e outros elementos essenciais para o tratamento do relvado, o que pode implicar custos adicionais. 

Como referimos, um profissional do paisagismo consegue assegurar o melhor aspeto do seu relvado, para que não tenha de se preocupar com estes elementos. 

É claro que contratar um destes profissionais tem um custo associado, mas talvez não seja tão elevado como pensa!

Fale com o profissional sobre o que pretende e irá certamente encontrar a solução ideal. 

A manutenção é importante num relvado saudável, para que a relva não cresça demasiado ou de forma irregular. 

Felizmente, ainda que estes problemas ocorram por falta de atenção ou na sequência de um verão seco, na maioria dos casos a relva é suficientemente resistente para que consiga recuperar normalmente com alguns cuidados. 

 Vulnerável ao clima As condições climáticas adversas podem danificar a relva. 

Se não tomar medidas para proteger a relva da geada prolongada, da chuva forte ou do calor intenso, o relvado será afetado por essas condições. 

No entanto, estão disponíveis para escolha muitas espécies de relva diferentes e, caso se preveja a recorrência de determinadas condições climatéricas no local, poderá adaptar o seu relvando conforme necessário. 

Por exemplo, a relva resistente a seca está a ganhar cada vez mais popularidade em zonas que enfrentam temperaturas extremas no verão. Se reparou que os verões estão a ficar cada vez mais quentes, muitos tipos de relva adequados ao clima mais ameno – como o azevém-perene – podem ter de ser mudados para uma variedade mais resistente. Felizmente estão disponíveis muitos tipos de relva e são regularmente desenvolvidas novas sementes de relva resistente à seca. Assim, não terá dificuldade em encontrar uma variedade adequada ao seu clima, mesmo que se encontre nos países mais quentes da Europa. 

Danos no inverno Se o seu relvado suporta muito tráfego pedonal, os meses de inverno podem levar a que a relva se deteriore rapidamente. 

Com a preparação adequada – na qual poderá contar com a ajuda de um paisagista profissional – e evitando tanto quanto possível caminhar sobre a relva, conseguirá manter o relvado em boas condições durante todo o ano. 

Relvado artificial: os prós A relva artificial é uma alternativa popular em muitos casos: desde a comodidade até à consistência ao longo de todo o ano, seguem-se as vantagens da relva artificial. 


Comodidade A maior vantagem da relva artificial é a comodidade que proporciona. 

Não tem de se preocupar com a manutenção: após a instalação, é relativamente fácil de manter. Isto não significa que não tem manutenção – por exemplo, é necessário fazer a limpeza. 

Para as pessoas que não querem preocupar-se com a manutenção da relva, esta é uma opção cómoda. 

Poupança de água Não tem de se preocupar com a rega da relva artificial. 

A relva permanece verde todo o ano, até durante os períodos de seca extrema. 

Porém, é importante ter em atenção que, se estiver muito calor, pode surgir outro problema: a relva tem um ponto de fusão. 

A exposição prolongada à radiação UV pode também provocar a perda de cor de muitos tipos de relva artificial. Se vive num clima mais quente, este problema ocorrerá mais cedo. 

Resistente ao inverno: suporta um tráfego pedonal intenso 

Enquanto a relva natural fica vulnerável durante o inverno devido à chuva intensa e às temperaturas mais frias, a relva artificial não é tão afetada. Se as pessoas continuarem a pisar a relva natural nestas condições, é provável que se torne lamacenta muito rapidamente, especialmente se a drenagem não for boa. 

Se não for possível evitar o tráfego pedonal, a relva artificial poderá ser mais adequada. 

Sem tempos de espera Não tem de esperar que a relva cresça: basta aguardar a entrega! 

O relvado fica pronto logo após a instalação. A relva natural requer alguma paciência e precisa de rega frequente durante algumas semanas para que fique estabelecida. 

 Relva artificial: os contras Impacto ambiental 

As lâminas da relva artificial são geralmente compostas por polietileno, poliéster, polipropileno ou nylon. 

Nos últimos anos verificaram-se melhorias, mas o fabrico destes plásticos tem uma pegada de carbono e o próprio plástico não é biodegradável. A relva de plástico também absorve muito mais radiação, contribuindo para o aquecimento global. Além disso, a instalação de um relvado artificial liberta dióxido de carbono armazenado na terra devido à remoção do solo e à deslocação de plantas vivas que poderiam absorvê-lo. 

A biodiversidade é reduzida e acaba o apoio ao ecossistema: os insetos e a vida selvagem perdem um habitat e uma fonte de alimento, que normalmente já são limitados nos ambientes urbanos. 

Drenagem fraca Embora seja pouco provável que venha a representar um risco significativo de inundação, a relva artificial não tem as propriedades de drenagem de um relvado natural. 

Com chuva forte pode haver acumulação de água na relva. 

A presença de contornos com árvores e outras plantas pode ajudar a reduzir este risco, mas apenas parcialmente. Custo inicial elevado Para algumas pessoas, o preço será o principal fator. 

Que opção é mais económica a longo prazo? 

A relva artificial tem um custo inicial mais elevado, enquanto a relva natural tem um maior custo de manutenção a longo prazo. 

À exceção dos jardins mais pequenos, o custo inicial pode ser proibitivo. 
A entrega e a instalação podem aumentar este valor: é provável que necessite da ajuda de um profissional, uma vez que, se não for instalada corretamente, a relva não tardará a causar problemas e a assumir um aspeto degradado. 

As estimativas sobre a longevidade da relva artificial variam, mas é normalmente indicada uma durabilidade média entre sete a quinze anos. Embora não seja uma despesa regular, um dia terá de substituir a relva e, como foi já referido, este processo é especialmente dispendioso nos jardins de maior dimensão. 

Risco acrescido de ferimentos As famílias com crianças que gostam de brincar no jardim podem considerar a relva natural uma opção mais segura devido à superfície mais macia e adaptável. 

Além disso, alguns dados sugerem uma maior probabilidade de ferimentos em relva artificial. 

A base mais firme por baixo do relvado artificial torna os impactos no solo mais duros, aumentando potencialmente a possibilidade de ocorrerem ferimentos durante as brincadeiras ou atividades desportivas. 
As queimaduras provocadas pela relva também são mais comuns com relva artificial. 

Manutenção 
É um equívoco pensar que a relva artificial é uma solução que nunca requer manutenção após a instalação. 

Pode ser mais fácil mantê-la do que cuidar de um relvado natural, mas continua a ser necessária uma ligeira manutenção. 
Terá de remover os detritos, como folhas ou ramos caídos, e limpar a relva semanalmente. 

Se tiver animais de estimação, esta limpeza será mais frequente. 

Pode sobreaquecer e tem um ponto de fusão 

A relva artificial atinge temperaturas consideravelmente mais elevadas do que a relva natural nas mesmas condições. 

Pode ficar demasiado quente ao toque, o que a torna inutilizável nos dias de sol particularmente quentes. 

A relva pode derreter se o tempo estiver extremamente quente ou se uma superfície refletora direcionar a luz solar para o relvado. 

A temperatura exata à qual isto acontece varia consoante o fabricante. É extremamente raro, mas pode ocorrer sob determinadas circunstâncias. 

Como foi referido, a exposição prolongada à radiação UV também pode provocar o esbatimento da cor de muitos tipos de relva artificial. 

Escolha o relvado perfeito 

Já deve sentir-se preparado para fazer a escolha certa para o seu relvado. Ambos os tipos têm prós e contras: o natural é mais ecológico e o artificial mais fácil de gerir, mas tudo se resume à preferência pessoal. 
Contudo, a relva natural é a norma para a maioria dos jardins. 
E se quiser que o seu relvado tenha o melhor aspeto possível, terá de contactar um profissional do paisagismo para gerir todos os aspetos da manutenção. 

Relva artificial e conservação da água 

Um dos principais argumentos a favor da relva artificial é a sua capacidade de poupar água, um recurso precioso, especialmente durante os meses de verão. 

Ao contrário da relva natural, que necessita de rega regular, a relva artificial não depende da água para se manter fresca e verde. Isto poderia ajudar a reduzir o consumo de água na região, mas é essencial olhar para a quantidade de água utilizada no fabrico da relva sintética e comparar esta pegada hídrica global com a da relva natural. Materiais utilizados no fabrico de relva artificial 

Para ser considerada ecológica, a relva artificial deve ser fabricada com materiais amigos do ambiente. 

Algumas versões mais recentes de relva artificial são fabricadas com materiais reciclados, como garrafas de plástico recicladas. 

Por isso, antes de optar por uma instalação de relva artificial, é fundamental informar-se sobre a composição dos produtos, privilegiando as marcas que se comprometem com práticas de produção sustentáveis. Emissões de carbono e vida útil da relva artificial 

Outra preocupação ambiental relacionada com a relva sintética é a sua pegada de carbono. A produção e o transporte destes materiais podem gerar emissões de gases com efeito de estufa. 

No entanto, alguns dos argumentos a favor da relva sintética apontam para o facto de a sua vida útil prolongada, bem como a sua baixa necessidade de manutenção e de utilização de produtos químicos, poderem compensar estas emissões iniciais. 

Por conseguinte, é importante analisar o ciclo de vida completo da relva sintética para avaliar o seu verdadeiro impacto ecológico. 

Como em muitas outras cidades, a relva artificial tornou-se uma solução popular para espaços exteriores como jardins, campos desportivos e áreas públicas. No entanto, o seu impacto ambiental levanta questões. 

Alguns veem-na como uma alternativa verde à relva natural, enquanto outros questionam a sua durabilidade e respeito pelo ambiente. Neste artigo, exploramos o conceito de relva artificial ecológica em, ponderando as vantagens e desvantagens desta opção para o ambiente. Biodiversidade e relva artificial 
Outro aspeto frequentemente evocado é o impacto da relva artificial na biodiversidade. 

Ao contrário da relva natural, que proporciona um habitat para uma variedade de espécies vegetais e animais, a relva artificial não pode suportar essa biodiversidade. 

No entanto, a relva artificial pode ser combinada com zonas plantadas ou jardins para favorecer a presença de insetos polinizadores e de animais selvagens, contribuindo assim para a preservação da biodiversidade local. 

A questão da relva artificial ecológica não é simples. 

 Embora esta solução possa oferecer benefícios ambientais, como a poupança de água e a redução da utilização de produtos químicos, é importante considerar todo o ciclo de vida do produto, incluindo o seu fabrico e o seu fim de vida. 

Para os adeptos da relva artificial, é essencial escolher produtos fabricados a partir de materiais reciclados e de marcas empenhadas em práticas sustentáveis. 

No entanto, também é essencial considerar outras alternativas para os espaços exteriores, como jardins de baixa manutenção, telhados verdes ou áreas de vegetação natural, que também podem ajudar a preservar o ambiente local. 

A escolha da relva artificial deve ter em conta as necessidades e aspirações específicas de em termos de sustentabilidade e de proteção do ecossistema local. 

 Portanto chegamos á conclusão que tapar o sol com peneira é fácil e barato e mais fácil para muitos jardineiros de trazer por casa criarem pequenas empresas e venderem relva artificial sem qualquer projeto ou conhecimento do mercado, focando se na solução. Se temos universidades que formaram jovens e especialistas na matéria deixemos ser esses técnicos a encontrar a solução. Agora devera ler as alternativas a relva natural!

Gerir rega automática em espaços verdes

A água que a sua relva ou plantas necessitam, estão diretamente ligados à evapotranspiração diária, sendo por isso fundamental que esteja atento às previsões climatéricas, para que adeque de uma forma geral, a pluviometria às necessidades. 

Em períodos onde exista uma previsão de temperaturas elevadas, torna-se essencial para a saúde dos relvados e plantas, fazer uma gestão adequada dos tempos de rega. 

Com a abordagem certa, é possível minimizar o stress térmico provocado pelas altas temperaturas, e promover um ambiente saudável para o desenvolvimento das plantas. 

Eis algumas recomendações, para que evite surpresas desagradáveis: 

Escolha das Variedades: 

Adopte práticas culturais que ajudem as plantas a lidar com o stress provocado pelas altas temperaturas, tais como podas adequadas, e seleção de variedades adaptadas ao clima local. 

Acompanhamento: 

Durante períodos de altas temperaturas, é crucial efetuar a monitorização regular das condições do solo e das plantas. Isso pode ser feito por meio de sensores de humidade no solo, observação visual das plantas e análise das previsões meteorológicas. 

 Horas de Rega: O velho mito de que não deve regar nas horas de calor, porque a planta pode ficar cozinhada com a temperatura, não passa disso mesmo: um mito. 

Mas sim, deve evitar regar durante as horas mais quentes do dia, pois a evaporação é mais alta e a absorção de água pelas plantas é limitada. Isso reduz de forma drástica a eficiência da rega, assim como a quantidade de água que é realmente aproveitada. 

Opte por regar ao início da manhã e ao final da tarde, quando as temperaturas são mais amenas e a humidade relativa do ar é mais alta. Mulching: 

Aplique uma camada de material orgânico, como palha, estilha ou casca de árvore, ao redor das plantas para ajudar a reter a humidade do solo, reduzir a evaporação e manter as raízes frescas. 

 Frequência de Rega: Aumente a frequência de rega durante períodos de calor intenso para garantir que as plantas recebam água suficiente para compensar a transpiração excessiva. 

No entanto, evite o excesso de rega, pois isso pode levar ao encharcamento do solo e ao desenvolvimento de doenças radiculares. A solução passa por programar mais arranques por dia. Inteligência na Poupança de Água: Utilize técnicas de rega mais eficientes, como rega localizada ou por micro aspersão, que fornecem água diretamente às raízes das plantas, reduzindo o desperdício de água por evaporação. 

Adubação Equilibrada: Fornecer nutrientes adequados às plantas pode ajudá-las a tolerar melhor o stress causado pelo calor. Certifique-se de que as plantas tenham acesso a uma dieta equilibrada de nutrientes, incluindo potássio, que é importante para a regulação da pressão osmótica e a resistência ao stress hídrico. 

 Proactividade: Esteja preparado para ajustar as necessidades de rega conforme as condições climáticas mudam. Conheça as necessidades hídricas das plantas de cada jardim e ajuste a programação de rega conforme necessário. Taxa de Pluviometria: 

Conhecer a taxa de pluviometria da rede de rega, é uma grande vantagem na hora de decidir quanto e quando regar. Este valor, indica-lhe de forma precisa a quantidade de água aplicada nas suas plantas, por mm/h. Com este valor, é possível equilibrar as contas, e repor apenas a água perdida através da evapotranspiração diária. IA ao Serviço da Rega: 

A tecnologia desempenha hoje um papel fundamental na eficiência da poupança de água, quando o assunto são sistemas de rega. Uma solução simples é a aplicação de um sensor de evapotranspiração, como o Solar-Sync, que pode ser facilmente conectado a qualquer programador Hunter de 220V/24V. 

Este sensor efetua a medição diária da ET, e ajusta percentualmente o programador, de forma a garantir a máxima eficiência de aplicação. As novas plataformas conectadas, como o Hydrawise, permitem ir mais longe. 

Operando com as previsões climatéricas, fazem o ajuste diário dos tempos de rega em função das mesmas, garantido assim economias de água em até 70%, e garantindo a saúde das suas plantas.

Sistemas de rega em coberturas verdes

REGA EM COBERTURAS VERDES 

As coberturas verdes são uma tendência, que fornece um ecossistema saudável, sendo da responsabilidade dos profissionais dos espaços verdes garantir que estes espaços se transformam ao serviço das comunidade. 

Para qualquer planta, a melhor rega é a que cai do céu, mas os melhores técnicos de espaços verdes sabem que não existe um bom projeto paisagístico sem um ainda melhor sistema de rega. 

Um sistema de rega eficiente, e devidamente dimensionado, desempenha um papel fundamental no sucesso de qualquer cobertura verde (também chamada de cobertura ajardinada). 

Na Ecossistemas  projetamos e fornecemos soluções que possibilitam que aplique um sistema de rega eficiente, de forma a obter uma cobertura verde saudável. REGA POR ASPERSÃO 


Quando devidamente dimensionado, e corretamente instalado, os bicos multijatos, como o MP Rotator da Hunter, são uma solução efectiva para a rega de coberturas verdes. 

Graças à forma lenta e eficaz com que aplica a água, os bicos MP Rotator traduzem um uniformidade incomparável quando comparados com outros métodos de rega por aspersão. 

A tecnologia multijato, com múltiplas trajetórias, vence os mais difíceis ventos, fornece a água necessária, sem grandes desperdicios, com uma taxa de precipitação ideal para que o solo a possa absorver. Os sistemas de aspersão, também funcionam como metodologia de lavagem das plantas, mantendo-as limpas, brilhantes e mais saudáveis. Para uma maior eficiência, utilize o corpo pulverizador Hunter PROS, com regulação de pressão, de forma a manter as gotas consistentes. 

Escolha a altura do corpo de acordo com a profundidade do substrato. 

REGA ENTERRADA 
A rega enterrada foi uma enorme revolução na indústria da rega para espaços verdes, o que veio trazer aos arquitetos paisagistas a solução mais eficiente para a rega automática de coberturas verdes. 

Com os projetos de rega enterrada para coberturas verdes , não apenas utilizamos um tubo de rega localizada, com um gotejador especial para funcionamento enterrado, como também recomendamos metodologias de instalação que garantem uma óptima eficiência e aplicação equiparada em toda a área verde. 

Instalado mesmo abaixo da zona radicular, o tubo gota-a-gota Prodrip utiliza tecnologia especializada para regar de forma eficaz em profundidade, com as seguintes vantagens: Retém de forma eficaz a água na região radicular da planta Elimina as perdas de água por força de ventos ou por evaporação 

Tem uma distribuição uniforme e eficiente em toda a área, devido à forma como é instalado Ideal para subtratos com elevadas taxas de lixiviação Tempos de rega reduzidos, promovendo uma poupança de água significativa Quando é instalado um sistema de rega enterrado, é recomendado que na fase de implementação, como o sistema radicular ainda não se encontra estabelecido, seja instalado um sistema de aspersão provisório. 

 FERTIRRIGAÇÃO Todas as coberturas verdes, incluindo as de "sedum", necessitam da aplicação regular de fertilizantes, pois o suprimento natural de nutrientes através do solo será rapidamente esgotado. Sem um sistema de fertilização eficiente,, apenas as plantas mais resistentes irão resistir, reduzindo a diversidade das plantas, e eventualmente levando a uma monocultura. A forma mais eficaz de adicionar nutrientes ao solo, é através do sistema de rega. Um injetor acionado pela água, como o Venturi, ou um Doseador Proporcional, vai alimentar o sistema com fertilizantes líquidos a uma determinada taxa de injeção. 

PRESSURIZAÇÃO Devido à localização do sistema, normalmente num ponto mais elevado do que o local técnico, torna-se fundamental não só pressurizar o sistema, como também ter elementos de controlo do mesmo ao longo das condutas de abastecimento. deve ser considerada a instalação de uma eletrobomba de pressurização no local técnico, dimensionada em função das características do sistema, e em conjunto com esta um comando eletrônico. Deve também ser prevista uma válvula de ar, estrategicamente localizada, do tipo Ventosa "A", em todos os setores, sendo que os mesmos devem estar também equipados com um coletor de admissão, um coletor de descarga e uma válvula de descarga. Todos estes equipamentos devem estar corretamente posicionados, pelo que em caso de dúvidas recomendamos que solicite um projeto do sistema de rega 

AUTOMAÇÃO Para garantir o funcionamento automático do sistema de rega. deve ser instalado um coletor de eletroválvulas no local técnico, e levar um tubo de diâmetro adequado para alimentar cada um dos setores de rega. 
Para a operação elétrica das eletroválvulas, pode utilizar um controlador de 220V/24V (recomendado), ou em alternativa um controlador de 9V, com funcionamento a pilhas. 
Quando selecionar o equipamento para controlar a rega, para maximizar a eficiência, opte por soluções que promovem o uso consciente da água, tais como: Soluções alimentadas por painel solar, tais como o XC Hybrid, que dispensam a utilização de baterias. 
A utilização da energia solar, garante a certificação LEED assegurando a sustentabilidade dos espaços verdes. 
O Hunter Node Bluetooth, com funcionamento a baterias, é uma solução eficaz que permite aos utilizadores a programação dos sistemas de rega sem terem de aceder à caixa de alojamento de válvulas. Pode ser adicionado um sensor de humidade de solo, que deteta e interrompe a rega quando esta atinge os niveis adequados de irrigação. Sensores de chuva podem também ser conectados ao controlador, de modo a suspender o sistema em caso de chuva. Os controladores de rega com gestão por wi-fi, tais como o Hunter X2 ou o Hunter Pro-HC, são soluções integradas com a APP Hydrawise, que permitem a gestão do sistema a partir de qualquer localização, através de um tablet, smartphone ou browser. Graças à tecnologia Predictive Watering, o controlador ajusta a programação da rega diariamente, baseado na temperatura, probabilidade de chuva, velocidade do vento e humidade. Esta combinação maximiza a eficiência do sistema de irrigação, assegurando espaços verdes mais bonitos e mais resistentes. 



 RECUPERAÇÃO DE ÁGUAS Com um projeto devidamente estruturado, é possível que a rega de uma cobertura verde seja equipada com um sistema de recuperação e reciclagem das águas. 

Os excedentes de de água das chuvas, e os excedentes provenientes do processo de irrigação podem ser armazenados em tanques, para ser reutilizado quando for necessário. 
De forma a preservar a qualidade, este armazenamento deve ser feito em tanques enterrados, onde a água pode ser mantida a uma temperatura baixa e longe da ação da luz solar. 
Em sistemas onde não é possível enterrar, a água pode ser armazenada em reservatórios de chapa. 
É de extrema importância que a água proveniente do aproveitamento pluvial seja filtrada, retirando folhas ou outros detritos. 
Deve também ser instalado um sistema de filtração antes do novo bombeamento para a rega. 
Também é importante que a equipa de manutenção mantenha o espaço livre de fontes de contaminação, tais como plantas com pragas ou aves mortas, entre outros.​

Transforme o seu jardim num ecossistema vivo

Transforme o seu jardim num ecossistema vivo 

 Jardins que respiram vida Somos uma empresa com mais de 38 anos de mercado que surge do desejo de converter os espaços domésticos dos jardins em espaços naturalizados, imitando as condições que permitem que as plantas prosperem sem ajudar no estado de salvamento. 

Entendemos o jardim como um pequeno ecossistema composto por flora, fauna e microrganismos que interagem entre si e que se «viste» com elementos arquitetônicos ou paisagísticos, contos como remetentes, mobiliário, fontes de água, etc., que aumentam a funcionalidade e permitem que sejam humanos interage com o jardim de forma controlada. 

Tão importante é no jardim a planta que cultivamos como as bactérias do solo que alimentam as suas raízes, as folhas que se alimentam das suas horas que depois serão traças que voltam, e os pássaros que as vem comer Jardins vivos e naturais 

De forma metafórica, podemos dizer que o ecossistema do jardim é uma ninfa, como as divindades gregas das arvores. 

Nos jardins simples com algumas espécies esta ninfa, apenas uma larva, é muito básica e não tem capacidade de atuação. 

Nos jardins com complexidade suficiente a ninfa desata o seu potencial e atua para proteger as agressões e prosperar. 

Podemos fazer com que desperte o seu potencial acrescentando elementos que se relacionem com certeza entre si. 

 Cada ninfa que deseja adaptar-se às condições locais e desenvolver uma personalidade própria. Assim também desenvolvemos a nossa personalidade quando interagimos diretamente com uma filha da Natureza. 

O objetivo de todo o jardineiro ecológico é encher a vida dos jardins. 

A vida chega ao jardim através da fotossíntese, que combina a luz solar com água para produzir oxigénio e nutrientes. 

Maximizar a fotossíntese é maximizar a vida, o que se consegue empregando toda a humidade e a luz disponível ao serviço da vegetação. 

O seu abrigo prosperará por todo o resto. 

 Concebemos, instalamos e mantemos jardins que prosperem em harmonia com a naturalidade. 

 Os nossos serviços partem do design inovador até à instalação detalhada e manutenção ecológica, garantindo que cada espaço verde se converte num oásis de biodiversidade e beleza natural. 

O cultivo ecológico imita o modo natural como as plantas se alimentam, ativando a Rede Alimentar do solo. 

 Incorporamos matéria orgânica abundante, protegemos o solo com plantas em crescimento e reduzimos a evapotranspiração. Para apoiar os polinizadores, mantemos a flora de plantas melíferas durante todo o ano e criamos habitats diversificados.

Este método regenerativo reutiliza restos de vagens e outros para nutrir a base microbiana do solo. 

Não são utilizados pesticidas, produtos sintéticos ou organismos geneticamente modificados. 

Utilizamos o mínimo de maquinaria reduzindo o uso de combustíveis fósseis e as doenças por ruídos. 

 Para acelerar o processo natural de compostagem e melhorar a estética do jardim ecológico, os restos de podas e cortes são triturados antes de os empregar como acolchoados ou na pilha de compostagem, no jardim.

Desta forma, são conservados tanto os nutrientes como os microrganismos benéficos que foram adaptados às condições do jardim. 

 Este método não só enriquece o solo, como também ajuda a manter a humidade e a controlar as ervas daninhas, criando um ambiente mais saudável e sustentável para todas as plantas. 

Além disso, reduza a quantidade de resíduos verdes que são enviados para os verdes, contribuindo para uma gestão de resíduos mais ecológica. 

As plantas adaptam-se de várias formas: geneticamente, produzindo sementes que sobreviveram melhor; e mediante o crescimento, ajustando o ambiente desde pequenas. 

Estabeleceram-se também relações com organismos adaptados. 

Para um jardim adaptável, utilizamos espécies com diversidade genética que evoluem desde o início. Se não for possível, empregamos cultivares jovens para que se adaptem rapidamente. 

Além disso, selecionamos plantas nativas e resistentes à seca, capazes de prosperar em condições extremas. 

Implementámos técnicas de cultivo que promovem ainda a retenção de água e reduzem a evaporação através de acolchoados e cobertura do solo. 

As plantas em estado natural não se podam, pois, a poda cumpre uma função ecológica. 

Por razões estéticas e de utilidade, nos jardins é por vezes necessário podar ou cortar: para poder passar, para dar mais luz a outras plantas, para reduzir o risco de incêndio, etc. 

Além disso, considere a fauna local, garantindo que a destruição não afeta as qualidades dos habitats dos animais. Este método promove um ambiente mais saudável e sustentável no jardim. 

 Cada corte que se faz com uma árvore corta a sua vida e a stress, reduzindo a sua resistência e podendo provocar doenças. 

A poda respeitosa permite que a árvore decida por si mesma a estrutura que será adaptada melhor ao seu entorno, e só pode ser podada quando existir uma boa razão: para permitir o passo, evitar roces ou sair da madeira morta. 

Esta abordagem cuidada ajuda a manter a saúde geral da árvore e a sua longevidade, promovendo um crescimento natural e equilibrado. Além disso, fomenta um ambiente mais bio diverso e sustentável. 

Os «jardins secos» contam com, pelo menos, 80% de plantas secas, que apenas dependem da água da chuva. Se for incluída uma zona de rega, as plantas serão agrupadas de acordo com as suas necessidades hídricas para evitar o rega excessiva. 

Utilizamos plantas adaptadas ao clima e ao regime de inundação. No nosso clima semiárido, o céu não deve ocupar mais de 5% do jardim devido à elevada procura de água. 

Alternativas como prados de baixo consumo ou acolchoados podem lograr um aspeto semelhante com menos água. 

 O jardim mais agradecido é aquele que está adaptado ao clima local, sendo que no nosso clima mediterrânico podemos optar por espécies autóctones ou de outras regiões de clima mediterrânico, sendo populares as sul africanas. 

 O jardim mediterrânico é verde, com folhas duras, porta vertical, muito fragrante, com sombras frequentes, mas não densas. 

São habituais as sebes baixas e bordaduras aromáticas em caminhos, onde nos traz o perfume do verão.

Licenciamentos de arranjos exteriores ,jardins e sistemas de rega de áreas verdes e outros.

 




IDEIAS PARA UM JARDIM DE ESTILO MEDITERRÂNEO 
 


As paisagens mediterrâneas evocam imagens de descanso à beira de uma piscina convidativa, tendo como pano de fundo paredes coloridas e plantações exuberantes. 

 Incorporar a estética vibrante de um jardim mediterrâneo em seu próprio quintal pode fazer com que você sinta que está de férias o ano todo. 

 O clima mediterrânico distingue-se por verões cada vez mais quentes e secos e invernos amenos e húmidos. As plantas nativas estão adaptadas a longos períodos de seca e requerem pouca manutenção. 
 
Com muitas regiões a tornarem-se mais quentes e secas devido às alterações climáticas, a utilização de plantas adaptadas à seca do Mediterrâneo e de outras regiões áridas tornou-se uma necessidade primordial estando a caminhar para nalguns locais desérticos. 

 Mesmo que você não viva em um clima seco, ainda poderá conseguir o visual mediterrâneo, seja em todo o seu quintal, ou incorporando recursos aqui e ali. 





O QUE É UM JARDIM DE ESTILO MEDITERRÂNEO? 

Um jardim mediterrâneo celebra o estilo de vida descontraído ao ar livre típico de países como França, Espanha, Itália, Grécia e Marrocos, onde refeições ao ar livre, sestas tranquilas e encontros com familiares e amigos são comuns. 
As experiências sensoriais são essenciais, seja o perfume inebriante do jasmim, o som calmante da água a escorrer, ou as cores vibrantes das paredes pintadas, dos tecidos exóticos e dos azulejos decorativos. 
O estilo é rústico e casual, exalando um toque atemporal e integrando-se ao ambiente natural. 




O QUE HÁ EM UM JARDIM MEDITERRÂNEO? 

Os jardins mediterrânicos são concebidos para responder ao clima quente. 
Eles são caracterizados por retiros sombreados para escapar do sol escaldante do verão, recursos de água refrescante, áreas de estar ao ar livre, plantas tolerantes à seca e cascalho para substituir relvados sedentos de água. 



QUE PLANTAS CRESCEM BEM NO CLIMA MEDITERRÂNEO? 

As plantas mediterrâneas estão adaptadas para sobreviver a longos períodos sem água no verão e requerem uma boa drenagem para evitar o apodrecimento das raízes devido às chuvas de inverno. 

Além dos verdadeiros nativos do Mediterrâneo, incluem plantas de outros lugares com climas semelhantes, como Califórnia, África do Sul e Austrália. 

Escolha e avalie seu local e sua envolvente . 
A maioria das plantas mediterrâneas precisa de sol total ou parcial e boa drenagem. 
Encontre uma área em seu quintal que receba pelo menos 6 a 8 horas de sol durante a maior parte da estação de cultivo e corrija o solo conforme necessário. 

Algumas plantas podem precisar de um local protegido do vento. 
Canteiros elevados ou um jardim de pedras são boas alternativas se o solo nativo tiver pouca drenagem. Obtenha ideias. 

Utilize recursos online como o Pinterest para reunir ideias. 

Visite jardins locais que incluem plantas tolerantes à seca para ver o que crescerá em sua região. 

Faça uma lista dos elementos que deseja incluir, como áreas de estar ou de jantar, fontes de água, móveis, acessórios e plantas. 

Considere características exclusivamente mediterrâneas, como uma fonte em camadas, um jardim de ervas ou uma quadra de bocha. 

 Crie um plano. Desenhe um esboço para visualizar como ficará o espaço finalizado. 

Se você decidir por uma grande transformação, consulte um paisagista profissional - ecossistemas possui .  Considere a escala. 

Escolha materiais e recursos adequados à sua casa e quintal. 

Se você tiver espaço limitado, ainda poderá incluir um pequeno elemento aquático, como uma fonte de parede ou um bebedouro para pássaros. 

Os assentos de bistrô podem ser substituídos por móveis maiores. 
Um pequeno caramanchão ou treliça pode substituir uma pérgula de tamanho normal.

Considere o estilo. 

Certifique-se de que os materiais, esquema de cores, plantas e acessórios sejam compatíveis com a fachada da sua casa. 

Combine elementos mediterrâneos com toques locais para dar à sua paisagem uma sensação de lugar. Os jardins mediterrânicos caracterizam-se por elementos específicos que se integram na paisagem. Incorpore quantos desses recursos desejar em seu quintal. 

Sombra. Locais para fugir do calor do sol são essenciais nas paisagens mediterrânicas. 

As pérgulas são uma característica comum, uma extensão elegante da casa que proporciona sombra e um espaço íntimo para refeições ou descanso ao ar livre. 

Outros recursos de sombra podem incluir um pátio, varanda, guarda-sol, pano de sombra ou uma grande árvore. 

Estruturas abertas permitem melhor circulação de ar e resfriamento. 

Água. 
A água é um componente importante dos jardins mediterrâneos, uma contrapartida refrescante da paisagem ensolarada. O som da água em movimento e a qualidade reflexiva são calmantes e revigorantes, proporcionando um refúgio para pássaros, insetos benéficos.

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Jardim Xerófito 

 É o novo proprietário de uma moradia ou apartamento com terrace, e gostava de ter um jardim mas não tem muito tempo para cuidar dele? 

Já ouviu falar num jardim xerófilo? 

 O recurso à utilização de plantas rústicas ou xerófilas é uma boa forma de conseguir um jardim agradável e bonito e de baixa manutenção. Porque ter um Jardim xerófilo? 

 Os jardins xerófilos são jardins constituídos por plantas naturalmente adaptadas a condições áridas, ou seja, onde a disponibilidade de água é limitada. 

 Na natureza estes surgem naturalmente em zonas rochosas ou/e declivosas, com pouca água e baixa quantidade de nutrientes. 

 Assim, estas espécies surgem frequentemente em climas secos, de baixa precipitação, como é o caso do clima mediterrânico. 

 Estes jardins têm vindo a ser utilizados como uma forma de reduzir os custos de manutenção do jardim. As plantas xerófilas que os constituem requerem menos rega, e resistem a condições adversas de seca. 

Além da sua funcionalidade adaptada ao clima, os jardins xerófilos possuem uma beleza natural, onde prevalecem os verdes secos e acinzentados da folhagem como pano de fundo para a floração bastante colorida, que varia entre os brancos, amarelos, rosa e lilás. 

 Que plantas utilizar? As plantas resistentes à seca podem ser facilmente identificadas pelas suas caraterísticas fisionómicas, isto é, as folhas tendem a ser mais pequenas, espessas e rijas ou transformadas em agulhas. E podem apresentar pequenos pelos. 

Além disso tendem a libertar fragrâncias agradáveis, uma vez que os seus óleos essenciais tendem a volatilizar pela exposição direta ao sol. 

E não esqueçamos claro as plantas suculentas ou catos, como o Agave ou o Aloe, que acumulam reservas de água nas suas folhas e caules. 

Os arbustos e herbáceas ornamentais que se seguem são resistentes à seca , e podem ser combinados para criar um jardim belo e funcional: Milefólio (Achillea sp) Tomilho (Thymus sp.) Cebolinho (Allium sp.) Salvia espanhola (Salvia lavandulifolia) Erva-de-São-João (Artemesia sp.) Salvia de Jerusalém (Phlomis fruticosa) Trovisco macho (Euphorbia characias) Marcetão (Santolina sp.) Sanganho ou Rosêlha (Cistus sp.) Sargaço branco (Teucrium fruticans) Alfazema (Lavandula sp.) Stipa (Stipa calamagrostis) Lava-garrafas (Callistemon citrinus) Alecrim (Rosmarinus officinalis) Urze (Erica sp.) Queiró (Calluna vulgaris) Avena azul (Helictotrichon sempervirens) Esparto (Stipa tenuissima) O jardim xerófilo português Felizmente em Portugal possuímos algumas plantas nativas adaptadas a condições de seca e que podem ser facilmente utilizadas como plantas ornamentais nos nossos jardins. Entre as já acima mencionadas como as Alfazemas e os Tomilhos, podemos considerar a Oliveiras (Olea Europaea), o Medronheiro (Arbutus unedo), o Loendro (Nerium oleander), o Sobreiro (Quercus suber) e o Teixo (Taxus baccata). 

Lembre-se: jardins de manutenção reduzida é diferente de ausência de manutenção. 
Jardins bem cuidados e bonitos necessitam sempre de atenção e se planear um fosse fácil, qualquer um conseguia fazê-lo. É necessária sabedoria, criatividade e experiência para se obterem bons resultados. 


Fale com a Ecossistemas e ajudaremos a criar o jardim dos seus sonhos. 



 www.ecossistemas.com www.ecoviveiros.com Luis Miguel Piedade

É legal podar os galhos do condomínio vizinho que invadem o seu jardim?

A verdade Aqui está toda a verdade sobre as árvores próximas invadindo sua propriedade. 

Veremos se é legal podar os galhos das árvores do vizinho que entram em sua casa. 

Todos os detalhes. Se você tem jardim e vizinhos certamente já se encontrou na situação de um dos dois invadir a propriedade alheia com os galhos da árvore que está na beira . 

 Nesse caso, você precisa saber o que fazer para evitar problemas jurídicos com o vizinho. 

 Na verdade, é sempre melhor ter relações pacíficas com os vizinhos, mas nem sempre é esse o caso. 

Aqui veremos então o que diz a lei sobre a poda de galhos que invadem sua propriedade. 

Podem ser feitos no seu espaço ou é preciso pedir autorização ao dono da árvore? 

É legal podar os galhos do vizinho? 

A lei diz isso Como dissemos, é disso que fala a lei e então vamos ver o que diz o artigo que mencionamos. 

Dependendo disso, você pode cortar tanto galhos quanto raízes que estão na sua propriedade . Portanto, é proibido que sua árvore invada outro imóvel com raízes e galhos. 

Por outro lado, mesmo que uma árvore esteja dentro de uma distância legal, ela pode crescer demais e desenvolver-se com o tempo. 

 Portanto, caso você entre na Justiça por uma situação como essa, saiba que quem tem o imóvel invadido por filiais alheias tem razão . Isso pode cortá-los sem pedir permissão. 

 Nesse caso, uma vizinha foi condenada a pagar pela poda de galhos que invadiam sua propriedade. Várias sentenças foram proferidas desde que os recursos foram apresentados ao Tribunal de Recurso e ao Supremo Tribunal. 

Os juízes não concordaram, mas o Supremo Tribunal explicou tudo bem. Segundo o artigo, de fato, os galhos que invadem a propriedade podem ser cortados, mas a indenização não é especificada. Por isso o vizinho não pode exigir o pagamento da poda, pois a escolha é sua. 

Afinal, o crescimento dos galhos das árvores em direção à propriedade alheia é uma escolha da natureza que em nada depende do dono da árvore. Você pode então cortar os galhos das árvores que estão invadindo suas terras, mas não poderá reivindicar indenização por isso.

Como resolver os problemas de má drenagem do solo da sua horta/pomar

Problemas de má drenagem do solo são frequentes em hortas, jardins e pomares. 

Para além de afetarem o crescimento e desenvolvimento das culturas, os solos alagados impedem o fornecimento de oxigénio tanto às raízes como aos micro organismos. 

Por outro lado, solos com uma drenagem acentuada são tendencialmente mais secos e mais pobres em nutrientes. 

Nestas condições, são poucas as árvores de fruto e culturas que se adaptam, excepto as ameixoeiras bravas e as cerejeiras arbustivas que se dão bem nestas condições. 

Neste artigo, vai aprender dicas úteis de como resolver os problemas de má drenagem do solo da sua horta/pomar. 

Curioso(a)? Então não perca este artigo pois certamente vai interessar-lhe. 

 A drenagem do solo consiste num processo de remoção natural ou artificial, do excesso de água que se encontra no/ou sobre o solo. 

Os drenos colocados no solo consistem em tubos especializados, valas ou fossos especializados para drenar. 

O processo de drenagem consiste no processo de escoar e “enxugar” a água de terrenos agrícolas encharcados ou alagados bem como outro tipo de terrenos que tenham excesso de água. 

A drenagem do solo pode ser feita através de tubos, canais, valas e túneis podendo também serem utilizados motores para auxiliar o escoamento que pode tornar todo o processo mais dispendioso. 

O processo de drenagem começa primeiramente com a verificação da origem do excesso de água no local que será drenado e logo após esse procedimento é feito um levantamento topográfico do local para elaborar um projeto mais efetivo de escoamento da água. 

Todos os tipos de solo estão sujeitos à drenagem natural cuja intensidade depende das suas características edáficas. No entanto, apenas os solos que apresentem uma capacidade de drenagem insuficiente para a tolerância hídrica da cultura é que devem ser submetidos a drenagem artificial, desde que os custos justifiquem (na maioria dos casos, os custos associados a este processo são elevados, pelo que deve ponderar bem e avaliar todas as condicionantes). 

A má drenagem do solo: um problema recorrente Uma drenagem do solo insuficiente pode ser originada por muitas causas, entre elas: 

• uma grande proporção de argila em relação à de areia e/ou limo; 
• compactação devido ao trânsito frequente de pessoas ou de máquinas pesadas; 
• camada impermeável causada por cultivo rotativo frequente em condições húmidas; 
• retenção superficial de água ou acumulação de escoamento de uma encosta ou de um edifício; 
• entre outros fatores; Como evitar problemas com má drenagem do solo 
 • No caso do seu solo ser argiloso, este pode ser melhorados ao longo do tempo caso utilize culturas de cobertura e/ou se lhe acrescentar composto. 

As plantas rasteiras, como a batata-doce, o melão, a abóbora, o feijão ou as ervilhas, podem ser utilizadas como plantas de cobertura ,ajudando a evitar que o solo seja levado pelas águas da chuva. . 

Evite ao máximo plantar fruteiras em zonas onde as pessoas tendem a passar a pé ou de carro. 

Se pretender restaurar a sua horta e pensa em plantar fruteiras num antigo caminho, é aconselhável construir um canteiro elevado. 

 Os canteiros elevados conseguem resolver bastantes problemas. 

 Por essa razão, use canteiros para melhorar a drenagem, melhorar o solo ou contrair a compactação. 

 Opte por canteiros elevados se pensa em cultivar fruteiras em solos argilosos, sobre uma camada impermeável ou num local de passagem de escoamento. 

Caso a retenção de água seja muito superficial, um canteiro mais elevado pode ajudar às vezes. 

No entanto, aconselho-o a renunciar ao cultivo de fruteiras com raízes mais profundas e preferir fruteiras mais arbustivas como os mirtilos, que possuem raízes mais superficiais. 

Fazer caleiras de drenagem ou valas para ajudar no escoamento, evacuação e coleta das águas pluviais, domésticas e efluentes. 

Para evitar a erosão, plante relva nas margens do seu terreno por exemplo e revista o fundo com pedras. 

Desvie a água do seu quintal para o esgoto da rua ou para um reservatório natural, certificando-se que não está a desviá-la para o terreno do vizinho ao para cima do passeio. No caso de drenagem do solo excessiva, causada por solos com partículas grossas, de gravilha ou arenosos, deve tomar outro tipo de medidas. 

Um bom exemplo de medida é aumentar o nível de húmus no solo através da adição de composto por exemplo. Pode também optar pelo uso de palha (empalhamento) que vai conservar a humidade. 

Síntese: soluções para problemas de drenagem do solo 

• Canteiros elevados: nesta situação, as raízes têm espaço para crescer por cima de uma camada impermeável ou de retenção superficial da água. Pode também facilitar a limpeza das plantas infestantes. 
• Vasos: são bons para cultivar fruta. Neles, podemos usar solos com misturas especiais (substratos por exemplo). 
• Valas de drenagem: afastam o escoamento da superfície das plantas que não suportam ter “os pés molhados”. 
• Culturas de cobertura: são uma fonte de matéria orgânica e conseguem suavizar as camadas impermeáveis do solo.