Agua num projecto de arquitectura paisagista
Água no Projecto
Nos dias de hoje, o factor água é cada vez mais importante para se definir que tipo de jardim deveremos ter. Com as mudanças climáticas, períodos cada vez mais prolongados sem chuva e consequentemente os aumentos dos consumos de água e seus preços.
Desta forma apresentamos os primeiros passos para a construção de um jardim mais sustentável e com baixos consumos de água:
1ºPasso – Compreensão dos tipo e quantidade de água disponível;
2º Passo – Uma análise sensorial do espaço para compreensão do vento, exposição solar, morfologia do terreno, tipo de solos e vegetação;
3º Passo – Escolha e definição do elenco florístico com base na vegetação encontrada no local com vegetação autóctone da região em conformidade com a análise sensorial feita anteriormente. Aqui é importante consultar o mercado viveiros e ou Garden centres para perceber que tipos de plantas é que se encontram disponíveis no mercado e em que época ( (Sugestão: Ecoviveiros ecoviveiros.com)
4º Passo – Elaboração de um projecto de Paisagismo ou um plano de organização espacial das espécies identificadas e escolhidas. (Sugestão: Ecossistemas ecossistemas.com)
A vegetação deve ser organizada por:
a) Mancha / áreas com revestimento da mesma espécie
b) Grupos de várias espécies com as mesmas necessidades hídricas e que não sejam competitivas entre elas em termos radiculares ou captação solar.
5º Passo – O mais importante deles todos é a Rega do Jardim e a sua futura manutenção a curto e longo prazo em conformidade com o tipo de jardim pretendido.
É a rega automática que irá sustentar as plantas na fase inicial de plantação. Essa mesma rega irá sendo reduzida ao longo do tempo (redução dos tempos de rega e aumente dos intervalos de rega) em conformidade com as plantas e a sua resiliência no jardim ao longo do tempo.
Hoje em dia com a evolução tecnológica dos últimos anos é possível ter um sistema de rega bastante otimizada com os seus consumos, levando apenas a quantidade de água estritamente suficiente onde ela é mais precisa, na terra junto ao sistema radicular das plantas, evitando assim o desperdício exorbitante de água por meios manuais ou sem um sistema de rega bem projectado para a sua optimização e em conformidade com a sectorização das áreas e tipos de plantações.
Procure sempre os conselhos de profissionais da sua região e a disponibilidade de plantas autóctones no mercado para ajudar a ter um jardim resiliente.
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