Um
relvado é uma superfície uniforme de uma ou mais espécies mantida a determinada
altura, com fins funcionais ou de embelezamento. As actividades relacionadas com
a produção e manutenção de gramíneas e outras coberturas de solo ganharam tal
importância que se pode mesmo falar de uma Industria dos
relvados.
Há referências à cultura dos relvados
na pérsia (jardins suspensos da babilónia), na civilização romana e na idade
média. A primeira máquina de cortar relva foi inventada em Inglaterra em 1831.
Os primeiros trabalhos de investigação sobre relva surgiram nos finais do séc.
XIX, tendo sido criada a primeira estação experimental em Bingley (Reino Unido),
no ano de 1931.
Principais benefícios dos
relvados
·
Controle
da erosão e poeiras
·
Retenção e
infiltração das águas superficiais
·
Fixação do
solo
·
Melhoria
da estrutura do solo
·
Diminuição
da temperatura
·
Embelezamento dos
espaços
·
Estabilização de
solos
Utilização dos relvados
·
Equipamentos desportivos (ténis,
golfe, futebol, hipismo)
·
Jardins
(Públicos, Privados)
·
Equipamentos Públicos (Aeroportos,
autoestradas, escolas, hospitais e
cemitérios)
A selecção das espécies adequadas é, talvez, a decisão mais importante na qualidade futura do relvado. As espécies usadas para relvados dividem-se em dois grupos principais:
Espécies de climas
temperados
São relvas adaptadas a zonas de clima temperado. São muito utilizadas em Portugal Continental. Utilizam-se principalmente em mistura, exceptuando o caso da Agrostis
§
Períodos
de crescimento óptimos entre os 15-25ºC
§
Géneros
Agrostis, Festuca, Poa e Lolium
Espécies de climas
quentes
São
relvas adaptadas a zonas quentes, com boa tolerância à seca. Em Portugal usam-se
principalmente no Algarve e Alentejo.
§
Períodos
de crescimento óptimos entre os 25-35ºC
§
Géneros
Cynodon, Zoysia, Paspalum e Pennisetum
Sem comentários:
Enviar um comentário