
Mais de 30 jovens arquitectos, engenheiros, paisagistas e agrónomos apresentam quinta-feira as suas propostas para tornar mais sustentável dos pontos de vista ambiental e cultural as zonas lisboetas de Sete Rios, Praça de Espanha, Bairro Azul e Entrecampos.
Num total de cinco grupos multidisciplinares, os estudos partiram de uma proposta da autarquia para analisar a área do Vale Central de Lisboa, no âmbito do Master em Arquitectura Paisagística.
Os grupos de trabalho foram acompanhados por professores de Espanha, Itália, Suécia e Eslovénia.
As propostas serão apresentadas no Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), no encerramento do seminário Internacional de Projecto "Refazer Paisagens. O Vale Central de Lisboa".
Em declarações à Lusa, Antonio Angelillo, do Centro Italiano de Arquitectura (ACMA), que organiza o seminário em colaboração com a Universidade Politécnica da Catalunha, explicou que a ideia foi "tentar encontrar soluções para conseguir controlar do ponto de vista paisagístico o plano existente".
"A intenção foi fazer uma crítica positiva e trabalhar a área definida sob vários pontos de vista, que vão do sistema hidrológico à sustentabilidade ambiental, tentando encontrar a melhor forma de estabelecer relações entre algumas zonas da cidade", afirmou.
"Lisboa tem muitos desníveis do ponto de vista da orografia e a ideia era encontrar pontos críticos de ligação entre a parte alta e a parte baixa da cidade", explicou, dando como exemplo a rede de ciclovias já projectada.
Antonio Angelillo acrescentou ainda que entre as preocupações dos mais de 30 participantes esteve a necessidade de trabalhar "em várias escalas ao mesmo tempo", para conseguir, por exemplo, relacionar a parte alta com a parte baixa do vale de Alcântara e o Monsanto com a cidade de Lisboa.
Segundo explicou, o obectivo é aumentar o peso da arquitectura da paisagem no planeamento do território.
"Mas é preciso lembrar que a arquitectura paisagística não são só os jardins. Ela trabalha todo o território. No fundo é para tornar Lisboa numa cidade mais sustentável, do ponto de vista ambiental e cultural", afirmou.
Num total de cinco grupos multidisciplinares, os estudos partiram de uma proposta da autarquia para analisar a área do Vale Central de Lisboa, no âmbito do Master em Arquitectura Paisagística.
Os grupos de trabalho foram acompanhados por professores de Espanha, Itália, Suécia e Eslovénia.
As propostas serão apresentadas no Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), no encerramento do seminário Internacional de Projecto "Refazer Paisagens. O Vale Central de Lisboa".
Em declarações à Lusa, Antonio Angelillo, do Centro Italiano de Arquitectura (ACMA), que organiza o seminário em colaboração com a Universidade Politécnica da Catalunha, explicou que a ideia foi "tentar encontrar soluções para conseguir controlar do ponto de vista paisagístico o plano existente".
"A intenção foi fazer uma crítica positiva e trabalhar a área definida sob vários pontos de vista, que vão do sistema hidrológico à sustentabilidade ambiental, tentando encontrar a melhor forma de estabelecer relações entre algumas zonas da cidade", afirmou.
"Lisboa tem muitos desníveis do ponto de vista da orografia e a ideia era encontrar pontos críticos de ligação entre a parte alta e a parte baixa da cidade", explicou, dando como exemplo a rede de ciclovias já projectada.
Antonio Angelillo acrescentou ainda que entre as preocupações dos mais de 30 participantes esteve a necessidade de trabalhar "em várias escalas ao mesmo tempo", para conseguir, por exemplo, relacionar a parte alta com a parte baixa do vale de Alcântara e o Monsanto com a cidade de Lisboa.
Segundo explicou, o obectivo é aumentar o peso da arquitectura da paisagem no planeamento do território.
"Mas é preciso lembrar que a arquitectura paisagística não são só os jardins. Ela trabalha todo o território. No fundo é para tornar Lisboa numa cidade mais sustentável, do ponto de vista ambiental e cultural", afirmou.
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