
Manifestos: Grandes investimentos públicos dividem economistas
Guerra nas obras
Guerra nas obras
Cinquenta e duas personalidades, na maioria economistas, assinam o contramanifesto a favor da realização de obras públicas como via para a promoção do emprego e da recuperação económica. Este é o primeiro de dois textos de resposta a um manifesto divulgado durante a semana apelando ao Governo que reavaliasse os investimentos públicos. Os manifestos ilustram o conflito que divide os economistas nacionais.
José Reis, economista e ex-secretário de Estado do Ensino Superior, José Penedos, presidente da REN - Redes Eléctricas Nacionais, ou Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, são algumas das personalidades que assinam o texto ontem divulgado.
"Os recursos públicos devem ser prioritariamente canalizados para projectos com impactos favoráveis no emprego, no ambiente e no reforço da coesão territorial e social: reabilitação do parque habitacional, expansão da utilização de energias renováveis, modernização da rede eléctrica, projectos de investimento em infra-estruturas de transporte úteis, com destaque para a rede ferroviária", lê-se no texto, que sustenta que "o combate ao desemprego tem de ser o objectivo central da política económica".
Durante a próxima semana será publicado outro contramanifesto, que está a ser preparado por Luís Nazaré, ex-presidente dos CTT.
José Reis, economista e ex-secretário de Estado do Ensino Superior, José Penedos, presidente da REN - Redes Eléctricas Nacionais, ou Francisco Louçã, líder do Bloco de Esquerda, são algumas das personalidades que assinam o texto ontem divulgado.
"Os recursos públicos devem ser prioritariamente canalizados para projectos com impactos favoráveis no emprego, no ambiente e no reforço da coesão territorial e social: reabilitação do parque habitacional, expansão da utilização de energias renováveis, modernização da rede eléctrica, projectos de investimento em infra-estruturas de transporte úteis, com destaque para a rede ferroviária", lê-se no texto, que sustenta que "o combate ao desemprego tem de ser o objectivo central da política económica".
Durante a próxima semana será publicado outro contramanifesto, que está a ser preparado por Luís Nazaré, ex-presidente dos CTT.
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