O consorcio composto pelos espanhóis da Dragados e os portugueses da edifer garantiram a adjudicação provisória da Concessão Baixo Alentejo.


O consorcio composto pelos espanhóis da Dragados e os portugueses da edifer garantiram a adjudicação provisória da Concessão Baixo Alentejo. Segundo a informação disponibilizada pelo ministério das Obras Públicas, a Comissão de Avaliação de Propostas preteriu o consorcio liderado pela Somague, atribuindo à Dragados /Edifer esta concessão que integra a construção de uma nova auto-estrada entre Sines e Beja, parcialmente portajada, a construção do IP2 entre Évora e S. Manços e da ER261-5 entre Sines e Santo André.Trata-se da terceira concessão a ser adjudicada (do pacote de dez lançadas por este governo), depois de ja terem sido atribuídas (e assinadas) as concessões da Auto-Estrada do Douro Interior a um consorcio liderado pela Mota-Engil, e a Auto-Estrada Transmontana a um consorcio liderado pela Soares da Costa. Segundo o Governo, e à semelhança do que aconteceu com as outras duas Concessões já contratadas , a Baixo Alentejo será adjudicada com um investimento global e um esforço financeiro para a Estradas de Portugal abaixo das estimativas dos estudos de viabilidade que estiveram na origem do seu lançamento.“A proposta do consórcio vencedor resultará num esforço financeiro para a EP, a valor actualizado a Janeiro de 2009, de 287M€, inferior em mais de 30% ao calculado no Estudo de Viabilidade da Concessão elaborado pela KPMG, previamente ao seu lançamento: 416M€. A proposta do concorrente vencido resultaria num esforço financeiro para a EP, a valor actualizado a Janeiro de 2009, de 384M€.”, lê-se na informação divulgada pelo Ministério tutelado por Mário Lino.

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